Home Direitos e Deveres Um agradecimento – relativo – a Miguel Romão, ex-diretor geral da política de Justiça! (esperando-se um pedido de desculpas de pelo menos Poiares Maduro e Rui Rio)

Um agradecimento – relativo – a Miguel Romão, ex-diretor geral da política de Justiça! (esperando-se um pedido de desculpas de pelo menos Poiares Maduro e Rui Rio)

por Joffre Justino

“6. Algo adicional deve também ser claro: nunca a sra. ministra da Justiça me deu instruções para defraudar currículos ou informações a prestar a entidades externas”

( in, Publico, 14.01, Verdade e Responsabilidade, justiça e Politica, Miguel Romão) 

O ex diretor geral dos serviços responsável pelo imbróglio do caso ‘procurador geral europeu’ tem um artigo neste Publico de 14.01, quase bastante esclarecedor sobre o mesmo imbróglio e a exigir face ao mesmo que no Partido Popular Europeu e no PSD rolem cabeças! 

O referido ex diretor assume grande parte da responsabilidade e empurra a restante para a REPER ( representação permanente de Portugal em Bruxelas) que “deixou passar” os erros que Miguel Romão assume e que o levou a demitir-se apesar de na mesma REPER existirem pessoas suficientes para terem o dever de travar o erro explica no artigo Miguel Romão!

É tempo de dizer que se o rei não vai a verdade é que “pratica nudismo” demasiadas vezes, isto é o Estado portugues gera demasiadas e demasiado graves gaffes interna e externamente pelo que urge começar a penalizar quem no Estado as comete involuntária ou voluntariamente! 

Não vamos repetir ipsis verbis os dados de Miguel Romão ( podem ser lidos no jornal que os publicou) mas perante os mesmos é a altura de exigir de Poiares Maduro e de Rui Rio no mínimo mas não esquecendo o Partido Popular Europeu, um pedido de desculpas à ministra da Justiça e à opinião pública portuguesa e da UE por terem gerado e teimado em fake news que afetam gravemente e em tempo de pandemia o Estado e a Presidência portuguesa! 

Na verdade não é sério, cheiram muito “a Capitólio” ( no todo que este implica) os ataques à ministra da Justiça e a António Costa e não é aceitável deixar passar em branco este tipo de ataques! 

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