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Viva a Criançada!

por Antonio Sousa

Teremos no Mundo mais  de 370.000 crianças no Dia de Ano Novo, e com somente 212 em Portugal!

O mais é que terão uma esperança média de vida de cerca de 113 anos, diz-nos  a Unicef em comunicado, onde explica que globalmente, se estima que mais de metade desses nascimentos ocorram em 10 países, a ver – a Índia com 59.995 ( entre drama, miséria, e fanatismos) , a RPChina com 35.615( onde falha a Democracia política e cultural), a Nigéria com 21.439 ( entre drama, miséria, e fanatismos), o Paquistão com 14.161 ( entre drama, miseria, e fanatismos), a Indonésia, com 12.336, a Etiópia com 12.006 ( entre drama, miséria, e fanatismos), os Estados Unidos, com 10.312, o Egito com 9.455 ( entre drama, miseria, e fanatismos), o Bangladesh com 9.236 ( entre drama, miseria, e fanatismos), e a República Democrática do Congo com 8.640 ( entre drama, miseria, e fanatismos, um dos piores países do mundo para viver)

Os bebés nascidos em Portugal ( entre este Covid-19, e numa nada europeia riqueza e sua distribuição),  representarão 0,057 por cento dos estimados 371.504 que nascerão no dia de Ano Novo e com a esperança média de vida a ser estimada nos 113,71 anos para os bebés nascidos em território nacional, uma das mais altas do mundo.

O país com a esperança média de vida mais alta é Andorra estimando-se que sejam de 119,22 anos, seguido da Suíça com 116,42 anos o Sudão do Sul, com 114,59, a França com 114,01, Portugal com os 113,71 anos, a Itália com 112,54, a Finlândia com 112,71, a Bélgica com 111,57 e o Japão com 111,57.

Já no extremo oposto está o Chade onde a esperança média de vida é de 61,37 anos, assim como a República Centro Africana com 61,38 anos e a Nigéria com 62,77 anos. 

A esperança de vida estimada a nível global é de 84,4 anos.

A Unicef em 2021 volta a celebrar as novas vidas que chegam ao mundo no 1.º dia do ano, sendo as ilhas Fiji, no Pacífico a receber o primeiro bebé de 2021 e os Estados Unidos o último.

“As crianças nascidas hoje chegam a um mundo muito diferente de há um ano atrás”, diz citada em comunicado a diretora Executiva da Unicef, Henrietta Fore.

O ano de 2021 marca o 75.º aniversário da Unicef e nesse ano a UNICEF e os seus parceiros vão comemorar este marco com eventos e anúncios que celebram três quartos de século de proteção das crianças contra conflitos, doenças e exclusão e de defesa do seu direito à sobrevivência, saúde e educação.

“Atualmente, enquanto o mundo enfrenta desafios sem precedentes causados pela pandemia da covid-19, a recessão económica, o aumento da pobreza e a desigualdade, o trabalho da Unicef é mais necessário do que nunca”, considera Henrietta Fore.

“Nos últimos 75 anos, entre conflitos, migrações, desastres naturais e crises, a Unicef tem estado lá para as crianças do mundo. Com a chegada do Ano Novo, renovamos o nosso compromisso de proteger as crianças, defender os seus direitos e garantir que as suas vozes sejam ouvidas, onde quer que vivam”, frisou

Até no nascer ha como se vê neste mundo muita demasiada diferença para essas inocentes crianças! 

GC

Lusa

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