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E há diplomatas em Portugal?

por Antonio Sousa

Bem eu sei que quase não vi tal em Luanda em 1992 que os diplomatas se preocupam com “os negócios” dos grandes empresários ( vá lá às vezes vai aos médios…)!

Quem quer saber dos motoristas que viajam estradas fora nessa Europa fora dentro ou extra muros dessa União Europeia?

E ninguém soube até agora explicar se os motoristas que nos trazem os bens que usufruímos nos hipers, supers, ou pequeno comércio foram ou não alvo de uma guerra comercial França/UE/ Reino Unido como ninguém explicou o que andaram a fazer os diplomatas lusos durante este drama! 

Na verdade levar umas sandes não lembra nem ao macaco ! 

Entretanto diz-nos a Lusa que mais de metade dos motoristas portugueses retidos em Dover já terão conseguido sair de território mas o presidente da Antram André Matias de Almeida, disse que permanecerão em Inglaterra menos de 200 motoristas portugueses, mas ainda é necessário apurar responsabilidades no caso da retenção.

“O número de motoristas retidos desceu já para menos de metade, portanto nós acreditamos que o processo está a decorrer com normalidade”, assinala André Matias de Almeida. 

O presidente da Associação dos Transportadores Rodoviários de Mercadorias considera que “o desfoque” causado pela resolução do problema não vai “diminuir nem o prejuízo das empresas – por um lado -, que é de vários milhões de euros, nem o impacto humano nestes motoristas, que não passaram o Natal com a sua família, sem qualquer razão científica ou médica que justificasse esta paragem, e muito menos que justificasse a inércia política, quer dos agentes políticos internacionais, quer dos nacionais, no apoio aos motoristas no local”.

Para o presidente da Antram, a ajuda disponibilizada pelo Governo português foi tardia. “A partir do momento em que não se agiu imediatamente, na manhã de terça-feira, toda a ajuda chegaria tarde, porque no dia seguinte seria dia 24, portanto não conseguiríamos nunca agir a tempo sem ajuda governamental.” André Matias de Almeida também aponta que o prejuízo de não passar o Natal com a família não é recuperável, e que os motoristas estiveram sujeitos a “condições desumanas”.

Na noite de sexta-feira, dia de Natal, o ministro dos Transportes britânico, Grant Shapps, destacou na rede social ‘Twitter’ que 4500 camiões já tinham cruzado o Canal da Mancha desde quarta-feira, após terem sido realizados cerca de 10 mil testes, dos quais apenas 24 tiveram resultados positivos (0,24%).

No entanto, de acordo com fontes do Ministério da Defesa citadas pelo jornal The Sun, três mil veículos ainda estão retidos à espera de atravessar o canal e seu número aumenta “a cada hora” com novos camiões a chegarem ao condado de Kent, onde fica localizado o porto de Dover, onde estavam também retidos camionistas portugueses.

Perto de 1100 militares foram destacados para a zona para realizar os testes de despiste do novo coronavírus, sem os quais os motoristas não têm permissão para cruzar o canal e entrar em território francês 

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