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O MAI, Ihor e as campanhas

por Antonio Sousa

“É perguntar ao senhor bastonário, uma vez que toda a gente sabe tudo desde abril. Desde o início de abril que se sabia que tinha havido – não interessa se verificação ou certidão, é irrelevante. O gravíssimo aqui é que a certidão de dia 12 diz uma coisa e o relatório da autópsia que foi enviado ao DIAP no dia 29 diz outra, infelizmente muito mais grave e totalmente diferente” ( in DN via Lusa)

Na verdade a (des)ordem dos médicos está para estes não como um motivador de qualidade mas como um gestor de lobbying sempre pronto a proteger a casta!

O essencial, como diz o MAI, está na gravidade do caso e na forma como há quem tenha feito tudo para encobrir a gravidade das torturas que Ihor sofreu e com um documento médico a escamotear a violência sobre ele exercida!

Este caso é infelizmente somente mais um de violência policial sobre os Cidadãos e é enquanto tal, que tem de ser tratado, sendo tudo o restante fantasia para esconder algo que tarde ou cedo virá ao de cima! 

E quanto à violência policial a mesma só tem uma solução condenar os que a praticam e implementar muita formação pela Cidadania e os Direitos Humanos! 

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