Home Economia A OIT denuncia baixa forte dos salários por causa da pandemia

A OIT denuncia baixa forte dos salários por causa da pandemia

por Joffre Justino

A Organização Internacional do Trabalho, OIT, sublinham baixas salariais ou aumentos médios menores em dois terços dos países com as Mulheres e os salários mais baixos a serem os  mais afetados.

Os apoios havidos globalmente entretanto evitaram 40% das perdas.

Um estudo da OIT concluiu que nos primeiros seis meses de 2020 os salários mensais “baixaram ou aumentaram mais lentamente ” em dois terços dos países para os quais há dados, dada a crise provocada pela pandemia de Covid-19.

Este relatório, não inclui dados sobre Portugal, avisa também que “num futuro próximo, a crise poderá exercer uma forte pressão no sentido da baixa dos salários” com os salários das mulheres e dos trabalhadores com baixas remunerações foram os mais afetados pela crise e numa amostra de 28 países pode-se concluir que sem os apoios aos ordenados, “as mulheres teriam perdido 8,1 por cento dos seus salários no segundo trimestre de 2020, em comparação com 5,4

A OIT escreve também que a crise afetou de forma muito severa os salários mais baixos: “os que exercem profissões menos qualificadas perderam mais horas de trabalho do que os que exercem funções de gestão e os profissionais com empregos qualificados melhor remunerados”, assegura, explicando que sem os apoios dos Estados, metade dos trabalhadores com remunerações mais baixas teriam perdido cerca de 17,3 por cento dos seus salários”.

Em média, e para todos os trabalhadores, as subvenções salariais permitiram compensar 40 por cento da perda de 6,5% que se teria verificado sem medidas,

A OIT explica ainda que no outro terço dos países, “embora os salários médios parecessem aumentar, tal resulta em grande parte do facto de um número substancial de trabalhadores com salários mais baixos terem perdido os seus empregos e, por conseguinte, enviesarem a média”, dado que deixam de fazer parte das estatísticas, contribuindo assim para um aumento da média salarial.

O relatório conclui também que nos países onde foram tomadas medidas mais fortes para preservar o emprego, os efeitos da crise foram sentidos “mais na baixa dos salários e menos em perdas massivas de emprego”.

A OIT denuncia que em todo o mundo, 19%, 327 milhões, de todos os trabalhadores por conta de outrém recebem menos do que o salário mínimo.

A Organização Internacional do Trabalho estudou também a evolução salarial em 136 países nos quatro anos anteriores à crise e concluiu que o crescimento global dos salários reais flutuou entre 1,6 e 2,2 por cento.

Nas economias mais desenvolvidas do G20 o avanço salarial flutuou entre 0,4 e 0,9%, enquanto que nos países emergentes desse bloco a subida foi de 3,5 a 4,5% por ano.

dos salários por causa da pandemia

A Organização Internacional do Trabalho, OIT, sublinham baixas salariais ou aumentos médios menores em dois terços dos países com as Mulheres e os salários mais baixos a serem os  mais afetados.

Os apoios havidos globalmente entretanto evitaram 40% das perdas.

Um estudo da OIT concluiu que nos primeiros seis meses de 2020 os salários mensais “baixaram ou aumentaram mais lentamente ” em dois terços dos países para os quais há dados, dada a crise provocada pela pandemia de Covid-19.

Este relatório, não inclui dados sobre Portugal, avisa também que “num futuro próximo, a crise poderá exercer uma forte pressão no sentido da baixa dos salários” com os salários das mulheres e dos trabalhadores com baixas remunerações foram os mais afetados pela crise e numa amostra de 28 países pode-se concluir que sem os apoios aos ordenados, “as mulheres teriam perdido 8,1 por cento dos seus salários no segundo trimestre de 2020, em comparação com 5,4

A OIT escreve também que a crise afetou de forma muito severa os salários mais baixos: “os que exercem profissões menos qualificadas perderam mais horas de trabalho do que os que exercem funções de gestão e os profissionais com empregos qualificados melhor remunerados”, assegura, explicando que sem os apoios dos Estados, metade dos trabalhadores com remunerações mais baixas teriam perdido cerca de 17,3 por cento dos seus salários”.

Em média, e para todos os trabalhadores, as subvenções salariais permitiram compensar 40 por cento da perda de 6,5% que se teria verificado sem medidas,

A OIT explica ainda que no outro terço dos países, “embora os salários médios parecessem aumentar, tal resulta em grande parte do facto de um número substancial de trabalhadores com salários mais baixos terem perdido os seus empregos e, por conseguinte, enviesarem a média”, dado que deixam de fazer parte das estatísticas, contribuindo assim para um aumento da média salarial.

O relatório conclui também que nos países onde foram tomadas medidas mais fortes para preservar o emprego, os efeitos da crise foram sentidos “mais na baixa dos salários e menos em perdas massivas de emprego”.

A OIT denuncia que em todo o mundo, 19%, 327 milhões, de todos os trabalhadores por conta de outrém recebem menos do que o salário mínimo.

A Organização Internacional do Trabalho estudou também a evolução salarial em 136 países nos quatro anos anteriores à crise e concluiu que o crescimento global dos salários reais flutuou entre 1,6 e 2,2 por cento.

Nas economias mais desenvolvidas do G20 o avanço salarial flutuou entre 0,4 e 0,9%, enquanto que nos países emergentes desse bloco a subida foi de 3,5 a 4,5% por ano.

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