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Moçambique sob fogo terrorista

por Joffre Justino

Antonio Guterres secretário geral das Nações Unidas expressou choque com notícias de decapitações de mulheres e crianças na província, localizada no norte do país africano de língua portuguesa.

Os confrontos ocorrem entre extremistas islâmicos e forças do governo, como informou presidente do país, Filipe Nyusi e o secretário-geral da ONU afirmou que está chocado com as notícias de massacres por grupos armados em várias localidades da província de Cabo Delgado, no norte de Moçambique.  

A nota, emitida pelo porta-voz de António Guterres, Stephane Dujarric, cita relatos de decapitações e sequestros de mulheres e crianças.  

Guterres condenou fortemente a terrível brutalidade praticada na região do país africano.  

O líder da ONU pediu às autoridades moçambicanas que investiguem os crimes e levem os responsáveis à justiça e instou ainda a todos os lados envolvidos no conflito que respeitem suas obrigações perante a lei humanitária internacional e aos ditames dos direitos humanos.  

Durante sua participação no debate da Assembleia Geral da ONU, em setembro, o presidente do país, Filipe Nyusi, afirmou que mais de 1 mil pessoas já haviam morrido com a violência em Cabo Delgado.  

Segundo Nyusi, os confrontos já causaram o deslocamento de centenas de milhares de moçambicanos numa área que já sofria as consequências de um dos dois ciclones que atingiram o país no ano passado.  

O secretário-geral da ONU, António Guterres, reafirmou o apoio das Nações Unidas ao povo e ao governo de Moçambique para responder as necessidades humanitárias imediatas. Ele disse que a ONU apoia ainda os esforços do governo de defender os direitos humanos, promover o desenvolvimento e evitar que o extremismo violento se espalhe pelo país 

Stewart Sukuma-Xitchuketa Marrabenta

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