Home Opinião Covid-19 gera 13 mortos e 2153 novos infetados em Portugal e há perto de 4 milhões de telemóveis sem Stayaway Covid! Acham normal?

Covid-19 gera 13 mortos e 2153 novos infetados em Portugal e há perto de 4 milhões de telemóveis sem Stayaway Covid! Acham normal?

por Joffre Justino

Tem Portugal um total de 2162 mortos e 98055 já foram infetadas pelo novo coronavírus em Portugal.

Portugal apresenta também este sábado, mais 13 mortes relacionadas com a Covid-19 e 2153 novos casos de infeção com o novo coronavírus, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Estão ativos 37974 casos, mais 287 do que no último balanço e já agora um total de 1014 doentes internados com Covid-19, 148 dos quais em unidades de cuidados intensivos mas 57919 pessoas conseguiram recuperar, mais 287 desde o último balanço

É neste ambiente que António Costa insiste e bem do nosso ponto de vista na lei que obriga uso da StayAway Covid. “Temos evitar um novo confinamento”

O Primeiro-ministro afirmou que há um grande desconhecimento em relação à aplicação e considera que uso de máscara é “mais restritivo das liberdades”.

Aliás não há maior restrição à liberdade do que obrigar as pessoas a ficar em casa e para uma iniciativa do PS transmitida em direto nas redes sociais, António Costa voltou a falar da polémica proposta lei do Governo que quer tornar obrigatória o uso da aplicação StayAway Covid e o uso de máscara na rua, sublinhando que o executivo está a evitar ao máximo um novo confinamento.

“Obrigar a ficar em casa é muito mais constringente da sua liberdade do que obviamente ter a máscara ou ter a aplicação. E nós fizemos isso no passado e sabemos os custos que isso tem preço que tem”, disse, afirmando que a proposta polémica “foi dar uma indicação clara que não podíamos continuar a andar e queríamos que as pessoas alterassem o seu comportamento”.

“Até considero que é mais restritivo das liberdades o uso obrigatório da máscara do que a aplicação. Acho que há um grande desconhecimento da aplicação e isso despoletou grande parte da reação”, acrescentou o primeiro-ministro, numa entrevista conduzida pela jornalista Maria Elisa Domingues.

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