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RTP : 563,9 milhões de tiros nos pés das Esquerdas eis o que pagamos previsionalmente para sustentar os apparstchiks da RTP

por Joffre Justino

De novo neste  Orçamento do Estado, OE, para 2021 se prevê uma despesa total consolidada de 563,9 milhões de euros, imagine-se como se fosse para a Cultura, mais 19,3% teóricos face à execução estimada deste ano! 

Já sem a mama insaciável da RTP com os pimbas festivalinhos bairristascom meia duzia da assistentes e outros equivalentes a fazer de Cultura a despesa total consolidada prevista para 2021 para a área da Cultura será de 313,1 milhões de euros, ou seja contará com mais 35,6 milhões de euros face ao Orçamento deste ano e dawui sinda hã que retirar a verba para as coitadinhas SIC e TVI ( de novo mais tiros nos pés das Esquerdas!) 

Inclui-se nesta previsão de despesa 21 milhões de euros de receitas de impostos e cinco milhões de euros de receita da Lotaria do Património, uma das novas iniciativas do Ministério da Cultura, inscritas na proposta de OE.

Esta despesa total consolidada considera todas as fontes de financiamento das transferências do Estado, às receitas próprias dos diferentes organismos, aos fundos estruturais, o dinheiro que a Cultura prevê aplicar no próximo ano, incluindo os apoios e transferências para a Comunicação Social (porte pago, apoios à comunicação social regional, contribuição sobre o audiovisual e indemnizações compensatórias).

Quanto à receita total consolidada, a proposta de OE indica 567,1 milhões de euros (um aumento de 10,3%) com 63,5% das receitas de impostos da Contribuição sobre o Audiovisual à RTP, a compensações financeiras do Estado pela prestação de serviço público às entidades das áreas do teatro, da música e da dança, e a verbas para apoio às artes.

Na área da Cultura, a proposta refere ainda a afetação de 2,1 milhões de euros no total da despesa do programa orçamental para a “contingência covid-19”.

Considera-se também receita própria a verba proveniente da distribuição dos resultados líquidos dos jogos sociais explorados pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, afeta ao Fundo de Fomento Cultural, e a receita da Lotaria do Património que reverte a favor do Fundo de Salvaguarda do Património Cultural.

O Governo retoma outra vez o “objetivo estratégico”, assumido no Orçamento do ano passado, de prosseguir “a política de reforço de investimento na cultura”, para atingir os “2% da despesa discricionária”, o que significa a possibilidade de contabilizar toda a despesa pública no setor, feita pelos diferentes departamentos governamentais.

Esta contabilidade exclui, porém, a comunicação social, de acordo com as classificações estabelecidas pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico e o Sistema Europeu de Contas.

E atrevem-se a dizer que a Comunicação Social representa cerca de 52,6% da estrutura da despesa prevista pelo OE para o Ministério da Cultura, “resultante inteiramente do orçamento da RTP”, o escandalo habitual para os passospórtistas e herdeiros na RTP!

As outras entidades da Cultura, sob a tutela do Ministério, que atingem perto de duas dezenas, representam 46,7% da despesa prevista, menos de metade do total, conforme os números da própria proposta.

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