Home Direitos Humanos O padre Portocarrero explica como? Divórcios em barda, casamentos religiosos em queda!

O padre Portocarrero explica como? Divórcios em barda, casamentos religiosos em queda!

por Joffre Justino

No tema ‘família’ do Publico um interessante artigo por informativo sobre o confinamento e a crise relacional então vivida em Portugal e a merecer reflexão e debate

Em média ao que parece os casamentos duram um pouco mais para os homens – 13,2 anos – que para as mulheres – 12,2 anos – e houve no 3.o trimestre deste 2020,  6231 casamentos civis e 2015 casamentos católicos para 3862 divórcios!

Diz o jornal que o problema esteve no juntar nas mesmas paredes pais filhos e teletrabalho sendo que este acúmulo gerou mais 235 divórcios que em 2019 

Assim, a oportunidade de  um familiar convívio  em casais cuja media de filhos na realidade é de 1,4 filhos ( não se vislumbra se os divórcios atingiram mais as famílias com  dois ou mais filhos ou com menos de dois filhos) foi um desastre em vez de ser uma benção até porque a explosão de divórcios se dá precisamente no 3.o trimestre ( no primeiro os divórcios até baixam se comparados com 2019!) 

Também não se pode verificar se relativamente há mais divórcios entre os casados pela igreja se entre os casamentos civis mas a grande questão está no perceber onde falhou a relação e valia a pena haver um estudo sobre tal que sliás se terá generalizado mundo fora da China à Espanha!

Generalizadamente também as Pessoas vivem pior hoje com esta visão da penalização económica global à Trump via sanções e via enquistamento dos mercados pelo que a instabilidade face ao emprego e aos rendimentos terá azedado as relações intra familiares 

Há que agendar no entanto outras hipóteses que acrescem à acima – a área diminuta do apartamento médio que bloqueia a necessidade de isolamento temporário; as solicitações exigentes do filho/a ou filhos que tenderam a cobrar aos pais o afastamento de períodos anteriores; as tendencialmente maiores solicitações sexuais resultante da maior presença física  e exposição corporal a par da diversidade de desejos e da exposição de tal ao(s) filho(s) 

A inexistência das habituais desculpas ( o cansaço, o stress pós laboral) para a limitação da atividade sexual a presença limitadora do(s) filho(s), e sobretudo a inexistência de uma efetiva educação sexual  ( e não reprodutora) estará na raiz deste acréscimo de crises nas famílias e claro de divórcios! 

Eis enfim mais uma razão para a disciplina Educaçao para o Desenvolvimento eis mais uma derrota para os portocarrero ( os opusdeistas) deste país e deste mundo diga-se! 

Gostem ou não urge respeitar o corpo e as suas necessidades educando-o sem o bloquear pelo contrário gerando comportamentos cívicos responsáveis a bem da unidade grupal central no ser humano,  a familia ! 

Mas de uma vez por todas há também que levantar o diáfano véu que cobre em Portugal as limitações e podridões desse humano grupo que é a igreja católica acabando com privilégios que os surtos de covid-19 vividos nos lares mostram não se justificar e que ainda resultam dessa concordata hoje ilógica! 
Mas claro mais razões e opiniões haverá e cá estamos para as ouvir e ler …

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