Home Opinião Na Jamba: Escolas sem paredes !

Na Jamba: Escolas sem paredes !

por Joffre Justino

Na TSF lemos sobre um Adam Bienenstock, fundador e designer da empresa canadiana Bienenstock Natural Playgrounds, e que conta à TSF que a pandemia precipitou uma mudança radical nas escolas.

“O negócio que temos há 30 anos centra-se na educação fora de portas, era dedicado aos momentos lúdicos de brincadeira. … Estamos a construir por toda a América do Norte, estamos a licenciar os espaços para o ensino no exterior, que podem ser produzidos a baixos custos e instalados muito rapidamente.”

O espantoso é que anos 80 do século XX assisti a aulas em espaços livres entre arvoredo raro no meio de uma guerra civil em Angola, na Jamba.

https://images.app.goo.gl/y24PQSar67npnTPB6

Foi uma experiencia espantosa de onde alguns ditos jornalistas e outros politiqueiros relatavam somente a encenação ( o policia sinaleiro) que merecia o relevo da demonstração da vontade de uma vida de Paz  e nao o ser ridicularizado ( até porque se ridicularizaram a si mesmos) por ansiar tal Paz!

Uma comunidade em permanente estado de guerra onde caiam nao poucas vezes bombas reais nunca será uma comunidade à bairro lisboeta ou portuense onde o que cai do céu é chuva e nos bairros pobres de antanho os excrementos dos penicos e os viventes entre bombardeamentos nunca dormirão descansados como os outros 

Mas ao acordar tinham o cenário do que seria o futuro um cenário quase urbano preparando o urbanismo futuro e recordando o urbsnismo do passado em Luanda em Benguela no Huambo!

o ambiente era maoista? Era porque era de Resistência a uma horrivel e corrupta ditadura a do clã dos Santos que já engolira e digerira o mpla Hoje na sabida e vivida crise com o atual PR a tentar salvá-lo e que na época tantos recusaram vet o que já era um partido-estado em decadência!

E foi lá na Jamba que como se vê vi a escola do hoje a que é hoje moda construir e confesso como Bonga vivi uma lágrima no canto do olho e orei por cada um dos que na Jamba conheci  hoje espalhados por Lisboa mas também e já por Luanda Benguela e Huambo! 

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