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Manifesto de pais ou de avós!? A Educação para a Cidadania

por Joffre Justino

Há avôs e avós que se dedicam a “remir os pecados”  dos “bons tempos” procurando impôr o seu pensar de antanho ali ao tempo da guerra civil das Espanhas tornando cada vez mais ridicula esta sua passadista visao opusdeista do mundo sobretudo hoje 2020! 

Falamos claro de um dito manifesto assinado por mais avôs que avós diga-se ( porque será… já que eram as avós que mais ficavam com os/as netinhos/as ? 

Basta ler as linhas orientadoras desta disciplina para perceber que estamos a lidar com um conjunto de avós que mais que se quererem imiscuir na vida dos filhos e netos o fazem de uma insustentável forma- pressionando o poder politico via concepções religiosas bem do chamado Ancient Régime  !  

Vejamos porque dizemos tal! 

Na realidade dos 13 itens das Linhas Orientadoras sobre a discuplina Educação para a Cidadanis nao acreditamos que para os tais avós haja problema supomos com a Educação Rodoviária mas já nem dizemos nada, ou com a Educação Financeira e de novo até já pomos reticências mas percebemos logo que hajam problemas com 

a Educação para a Igualdade de Género, e a Educação para a Saúde e a Sexualidade…

Na realidade estes avózinhos não gostam nada da ideia da Igualdade do Género pois ao tempo deles as “mulheres deles” existiam para o lar ou para profissões ditas menores como as da Educação, desprezível profissão à época, ja quanto às “mulheres dos outros”…, enfim era o valia quase tudo em especial se o outro na hierarquia social estivesse demasiado próximo da base da sociedade!

Mas depois veio o 25 de abril e para eles  “o forrobodó” os divórcios claro que horror ( felizmente na justiça os juizes na maioria lá estão para pôr “a mulher” na ordem!) a ideia do salário igual ( como é possível..) e finito “profissões de homens”  e aí o horror completo até já estão “na tropa” ( onde anda a excelsa fascista supico pinto !?! 

Mas há pior quanto à Educação para a Saúde e a Sexualidade, (…!) com um escandaloso Conselho Nacional da Educação que lá tinha travado para felicidade destes avózinhos sempre a dominarem filhos e netos a educação sexual nas escolas por 30 anos! 

Já se viu,(?) “educação sexual”( houve até um padre vaticanista opusdeista que chegou a ofender o Fundador de Portugal O Templário Afonso Henriques que “até ele” sabia fazer filhos!) ? 

E assim nada como atacar a disciplina Educação para a Cidadania tal como quase certamente defenderam a fascista disciplina OPAN ( nada a ver com a OTAN essa para eles salazarentos organização comunista anti colonial onde estiveram Humberto Delgado e Botelho Moniz dois odiados tanto quanto os das Esquerdas, conservadores que eram e que nos teriam poupado 13 anos da estupida guerra colonial!) onde eramos, todos, forçados a decorar a fascista “constituição “ e nada de pensar que se podia decidir nao alinhar nesse terrorista ato de lavagem ao cérebro! 

Vale pois deixar aqui quer as linhas orientadoras da disciplina tão maléfica que note-se tendencialmente será dada por professores das Direitas ( a maioria no luso ensino), as mais das vezes católicos ( ponhamos  mesmo com a “crise de valores religiosos” 20% dos professores) o que nos leva a duvidar das razões do dito manifesto ( mera birra perante uma torrada demasiado queimada?), quer um ou outro apontamento sobre as ditas linhar quer, a final, algumas piadas de avós e netos para dar seriedade a esta reflexão sobre um idiota de um opusdeista manifesto! 

Educação para a Cidadania – Linhas Orientadoras

A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela sociedade. O exercício da cidadania implicapor parte de cada indivíduo e daqueles com quem interage, uma tomada de consciência, cuja evolução acompanha as dinâmicas de intervenção e transformação social. A cidadania traduz-se numa atitude e num comportamento, num modo de estar em sociedade que tem como referência os direitos humanos, nomeadamente os valores da igualdade, da democracia e da justiça social.

Enquanto processo educativo, a educação para a cidadania visa contribuir para a formação de pessoas responsáveis, autónomas, solidárias, que conhecem e exercem os seus direitos e deveres em diálogo e no respeito pelos outros, com espírito democrático, pluralista, crítico e criativo.

A escola constitui um importante contexto para a aprendizagem e o exercício da cidadania e nela se refletem preocupações transversais à sociedade, que envolvem diferentes dimensões da educação para a cidadania, tais como: 

educação para os direitos humanos; educação ambiental/desenvolvimento sustentável; 

educação rodoviária; 

educação financeira; 

educação do consumidor; 

educação para o empreendedorismo; educação para a igualdade de género; educação intercultural; 

educação para o desenvolvimento; 

educação para a defesa e a segurança/educação para a paz; 

voluntariado; 

educação para os media

dimensão europeia da educação; 

educação para a saúde e a sexualidade.

Sendo estes temas transversais à sociedade, a sua inserção no currículo requer uma abordagem transversal, tanto nas áreas disciplinares e disciplinas como em atividades e projetos, desde a educação pré-escolar ao ensino secundário, de acordo com os princípios definidos no Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 91/2013 de 10 de julho. 

Subjacente a esta conceção educativa, está uma visão integradora das diversas áreas do saber que atravessa toda a prática educativa e que supõe, para além de uma dinâmica curricular, também uma vivência de escola, coerente e sistemática, alargada ao contexto em que esta se insere.

A abordagem curricular da educação para a cidadania pode assumir formas diversas, consoante as dinâmicas adotadas pelas escolas no âmbito da sua autonomia, nomeadamente através do desenvolvimento de projetos e atividades da sua iniciativa, em parceria com as famílias e entidades que intervêm neste âmbito, no quadro da relação entre a escola e a comunidade. 

Não sendo imposta como uma disciplina obrigatória, é dada às escolas a possibilidade de decidir da sua oferta como disciplina autónoma, nos 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico. 

Deste modo, a educação para a cidadania pode ser desenvolvida em função das necessidades e problemas específicos da comunidade educativa, em articulação e em resposta a objetivos definidos em cada projeto educativo de agrupamento de escola ou escola não agrupada.

Atendendo à importância que o Ministério da Educação e Ciência reconhece a esta área curricular, têm vindo a ser produzidos, em colaboração com outros organismos e instituições públicas e com diversos parceiros da sociedade civil, documentos que se poderão constituir como referenciais na abordagem das diferentes dimensões de cidadania. 

Os referenciais e outros documentos orientadores não constituem guias ou programas prescritivos, mas instrumentos de apoio que, no âmbito da autonomia de cada estabelecimento de ensino, podem ser utilizados e adaptados em função das opções a definir em cada contexto, enquadrando as práticas a desenvolver.

As diversas dimensões da educação para a cidadania são já objeto de trabalho em muitas escolas, quer transversalmente, quer através de ofertas curriculares específicas e de projetos. As dimensões para as quais já foram elaborados ou estão em elaboração documentos orientadores para as escolas são, nomeadamente:

A Educação Rodoviária, que se assume como um processo de formação ao longo da vida que envolve toda a sociedade com a finalidade de promover comportamentos cívicos e mudar hábitos sociais, de forma a reduzir a sinistralidade rodoviária e assim contribuir para a melhoria da qualidade de vida das populações.

            Supomos que mesmo o mais elitista condutor se sentirá mais seguro se envolvido por uma comunidade responsável pelo menos  no ato de conduzir 

A Educação para o Desenvolvimento, que visa a consciencialização e a compreensão das causas dos problemas do desenvolvimento e das desigualdades a nível local e mundial, num contexto de interdependência e globalização, com a finalidade de promover o direito e o dever de todas as pessoas e de todos os povos a participarem e contribuírem para um desenvolvimento integral e sustentável.

            Ah aqui muitos dos avózinhos do Manifesto até se arrepiam pois então a desigualdade social não é natural? 

A Educação para a Igualdade de Género, que visa a promoção da igualdade de direitos e deveres das alunas e dos alunos, através de uma educação livre de preconceitos e de estereótipos de género, de forma a garantir as mesmas oportunidades educativas e opções profissionais e sociais. Este processo configura-se a partir de uma progressiva tomada de consciência da realidade vivida por alunas e alunos, tendo em conta a sua evolução histórica, na perspetiva de uma alteração de atitudes e comportamentos.

          Então neste item a oposição é total para estes avózinhos que saltaram sempre que se proibiram sempre de ler os versículos do Novo Testamento sobre a prostituta “que atire a primeira pedra quem nunca pecou” pois auto educaram-se a usar abusar e castigar a Mulher, o homossexual ( também nunca leram o batismo do eunuco) o frágil! 

Educação para os Direitos Humanos, que está intimamente ligada à educação para a cidadania democrática, incidindo especialmente sobre o espectro alargado dos direitos humanos e das liberdades fundamentais, em todos os aspetos da vida das pessoas, enquanto a educação para a cidadania democrática se centra, essencialmente, nos direitos e nas responsabilidades democráticos e na participação ativa nas esferas cívica, política, social, económica, jurídica e cultural da sociedade.

                     Ai a dor de alma ter de ouvir as e os netinhos a falarem sobre os Direitos Humanos de Todas e Todos essa Carta da ONU que pôs em causa o ideologicamente falido já aos anos 40 do século XX império luso colonial que pôs a nu as torturas as prisões os Tarrafal, Peniche e Caxias e demais prisões políticas os quase pelo menos 30 mil presos políticos unicamente homenageados por um mural ( grato Fernando Medina!) em 44 anos de Democracia! 

Educação Financeira, que permite aos jovens a aquisição e desenvolvimento de conhecimentos e capacidades fundamentais para as decisões que, no futuro, terão que tomar sobre as suas finanças pessoais, habilitando-os como consumidores, e concretamente como consumidores de produtos e serviços financeiros, a lidar com a crescente complexidade dos contextos e instrumentos financeiros, gerando um efeito multiplicador de informação e de formação junto das famílias.

              O quê ter Cidadãs e Cidadãos conscientes dos impactos das suas gestões financeiras individuais e coletivas!? Onde já se viu tal ! 

A Educação para a Segurança e Defesa Nacional, que pretende evidenciar o contributo específico dos órgãos e estruturas de defesa para a afirmação e preservação dos direitos e liberdades civis, bem como a natureza e finalidades da sua atividade em tempo de paz, e ainda contribuir para a defesa da identidade nacional e para o reforço da matriz histórica de Portugal, nomeadamente como forma de consciencializar a importância do património cultural, no quadro da tradição universal de interdependência e solidariedade entre os povos do Mundo.

A promoção do Voluntariado, que visa o envolvimento das crianças e dos jovens em atividades desta natureza, permitindo, de uma forma ativa e tão cedo quanto possível, a compreensão que a defesa de valores fundamentais como o da solidariedade, da entreajuda e do trabalho, contribui para aumentar a qualidade de vida e para impulsionar o desenvolvimento harmonioso da sociedade. A criação de uma cultura educacional baseada na defesa destes mesmos valores reforça a importância do voluntariado como meio de promoção da coesão social.

A Educação Ambiental/Desenvolvimento Sustentável, que pretende promover um processo de consciencialização ambiental, de promoção de valores, de mudança de atitudes e de comportamentos face ao ambiente, de forma a preparar os alunos para o exercício de uma cidadania consciente, dinâmica e informada face às problemáticas ambientais atuais. Neste contexto, é importante que os alunos aprendam a utilizar o conhecimento para interpretar e avaliar a realidade envolvente, para formular e debater argumentos, para sustentar posições e opções, capacidades fundamentais para a participação ativa na tomada de decisões fundamentadas no mundo atual.

A Dimensão Europeia da Educação, que contribui para formação e envolvimento dos alunos no projeto de construção europeia, incrementando a sua participação, reforçando a proteção dos seus direitos e deveres, fortalecendo assim a identidade e os valores europeus. Pretende-se promover um melhor conhecimento da Europa e das suas instituições, nomeadamente da União Europeia e do Conselho da Europa, do património cultural e natural da Europa e dos problemas com que se defronta a Europa contemporânea.

A Educação para os Media, que pretende incentivar os alunos a utilizar e decifrar os meios de comunicação, nomeadamente o acesso e utilização das tecnologias de informação e comunicação, visando a adoção de comportamentos e atitudes adequados a uma utilização crítica e segura da Internet e das redes sociais.

                  Como podem eles imaginar que uma ou um Cidadão possa estar consciente e assim combater a manipulação via boato/fakenew ou via imposição fetichista/religiosa? 

A Educação para a Saúde e a Sexualidade, que pretende dotar as crianças e os jovens de conhecimentos, atitudes e valores que os ajudem a fazer opções e a tomar decisões adequadas à sua saúde e ao seu bem-estar físico, social e mental. A escola deve providenciar informações rigorosas relacionadas com a proteção da saúde e a prevenção do risco, nomeadamente na área da sexualidade, da violência, do comportamento alimentar, do consumo de substâncias, do sedentarismo e dos acidentes em contexto escolar e doméstico.

                    Ah Deus meu a trabalheira que deu a estes avózinhos esconderem os eróticos cantos e salmos do Velho Testamento e dos Lusíadas onde os miudos apesar de tudo sozinhos ou em pequenos grupos e às escondidas aprendiam a masturbar-se e ouviam pela primeira vez as maiores bacoradas  de mais velhos como que a masturbação expelia pedaços do cérebro ou que a vagina de uma asiática era horizontal  e tudo para não tratarem “das vergonhas” que resolviam nas “casas das tias” toleradas pelo regime salazarento para bem dos catolicos lares onde o sexo era ( teoricamente) só e nada mais para a reprodução! … enfim nem Paulo souberam ler… 

A Educação para o Empreendedorismo, que visa promover a aquisição de conhecimentos, capacidades e atitudes que incentivem e proporcionem o desenvolvimento de ideias, de iniciativas e de projetos, no sentido de criar, inovar ou proceder a mudanças na área de atuação de cada um perante os desafios que a sociedade coloca.

                Este deve ser o único item que estes avozinhos aceitariam sem entenderem que é em muito uma falácia pois se quase todos podem ser inovadores é um erro imaginar que todos podem ser empreendedores 

A Educação do Consumidor, que pretende disponibilizar informação que sustente opções individuais de escolha mais criteriosas, contribuindo para comportamentos solidários e responsáveis do aluno enquanto consumidor, no contexto do sistema socioeconómico e cultural onde se articulam os direitos do indivíduo e as suas responsabilidades face ao desenvolvimento sustentável e ao bem comum.

A Educação Intercultural, que pretende promover o reconhecimento e a valorização da diversidade como uma oportunidade e fonte de aprendizagem para todos, no respeito pela multiculturalidade das sociedades atuais. Pretende-se desenvolver a capacidade de comunicar e incentivar a interação social, criadora de identidades e de sentido de pertença comum à humanidade.

               Num país que nasceu logo desde as opções do Fundador Afonso Henriques na diversidade desde a aceitação de islâmicos e judeus ao incentivar da estadia em

Portugal de cruzados de Templários de monges à presença de afro negros ( e é mentira que fossem todos escravos) ou de asiáticos ou de ameríndios mas onde houve também em demasia e nas elites aqueles que Camões apelidou de Velhos do Restelo estes avózinhos sao os Velhos do Restelo do século XXI !

Direção-Geral da Educação, dezembro de 2012 – Atualizado em novembro de 201

E por falar em Avózinhos nada como vos deixar com a delícia das anedotas abaixo! 

AVÓS E NETOS

 1. A avó se maquiava no banheiro, sob o olhar atento da pequena neta, como sempre fazia.  Depois de aplicar o batom e se preparar para sair, a garotinha disse: “Mas vovó, você esqueceu de dar um beijo de despedida no guardanapo!”

 Certamente a vovó nunca pintará a boca novamente sem dar ‘o beijo de despedida’ para o guardanapo …

  2. Meu neto me ligou outro dia para me desejar um feliz aniversário.  Ele me perguntou quantos anos eu tinha e eu lhe disse que tinha 72 anos.  Meu neto ficou pensativo por um tempo e depois me perguntou: você começou do 1?

  3. Depois de colocar os netos na cama, uma avó vestiu sua velha camisola e chinelos e se preparou para lavar o cabelo.  Na medida em que ela ouviu a farra que os meninos faziam, sua paciência se esgotou.  Ela  enrolou uma toalha na cabeça, entrou como um furacão no quarto e colocou as crianças de volta na cama com uma bronca.  Assim que saiu da sala, ela ouviu o menor de todos dizer com uma voz trêmula: Quem era aquela?

 4. Uma avó contou à neta como era sua infância: “Andamos de skate com uma prancha pequena e também tivemos um balanço feito de pneu pendurado em uma árvore em frente à casa.  Andávamos em um burro e pegávamos mangas nas arvores. A garota ficou sem palavras me ouvindo.  Finalmente ela disse: “Eu deveria ter te conhecido muito antes”

  5. Meu neto nos visitou um dia e de repente ele disse: “Vovó, você sabe como você e Deus se parecem?  E eu, perguntei a ele: “Não, por quê?” E ele me soltou: “Ambos são velhos”.

 6. Uma garotinha estava ocupada digitando no computador do vovô e disse que estava escrevendo uma história.  “O que é isso?”, Perguntou o velho.  “Não sei”, respondeu ela, “não sei ler”.

 7. Eu não sabia se minha neta já havia aprendido a reconhecer cores, então decidi dar uma olhada.  Então eu estava apontando as coisas e perguntando a ela as cores de objetos.  Então, depois de um tempo, sempre respondendo corretamente ela foi até a porta, e me disse: “Vovó, acho que você pode reconhecer essas cores por si mesmo”.

 8. Quando meu neto me perguntou quantos anos eu tinha, brincando, lhe disse que não tinha muita certeza.  Ele me aconselhou : “Olhe para a etiqueta da sua blusa, na minha diz 4 a 6 anos.”

 10. Eles perguntaram a um garoto de 6 anos onde sua avó morava e ele respondeu: “Ah, ela mora no aeroporto, porque quando queremos vê-la, vamos procurá-la lá.  Então, depois que ela nos visita, nós a levamos de volta ao aeroporto.

 11. “Meu avô é o mais inteligente de todos!  Ele me ensina muitas coisas boas, mas não o vejo com frequência suficiente para me tornar tão inteligente quanto ele.

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