Home CPLP Não há estratégia sem exército e não há exército sem generais, António Costa e António Costa e Silva!

Não há estratégia sem exército e não há exército sem generais, António Costa e António Costa e Silva!

por Joffre Justino

“A Missão que se pretende

Transversal toda a ação 

Pública e privada, é a 

Seguinte:

Criar condições para construir uma economia socialmente justa, digital, verde e competitiva, baseada num amplo consenso nacional que possa contribuir para a criação de emprego e de bem-estar social, dando passos seguros para o desenvolvimento harmonioso do país, diminuindo  as assimetrias económicas, sociais de do território”

Em mais um texto sobre a “Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030” de António Costa e Silva e antes de falar do menos importante como o TVG e equivalentes, assumamos o óbvio para o Estrategizando e que está no título deste texto.

Para que haja uma estratégia tem de haver uma razão de ser para a mesma e neste caso a razão de ser são visível e limitadamente os portugueses e a sua concorrência / posicionamento no contexto desta economia global, isto é, no contexto de uma guerra comercial de conquista de mercado face aos restantes países.

A Missão acima denota antes do mais um posicionamento demasiado fechado da economia lusa nos seus 89 mil km2 e 10 milhões de residentes, mas deixemos para já esta limitação, apesar de bem séria e grave, e centremo-nos na razão da definição de uma Estratégia.

Esta só tem funcionalidade se integrar um exército que no caso é o conjunto das organizações que compõem a economia portuguesa (concorrenciais entre si note-se, mas como em todo o exercito tal também existe) e claro no exército uma liderança que irá concretizar essa estratégia.

E as Estratégias na economia têm esta especificidade de terem de integrar no seu âmbito o reconhecimento de conflitualidades resultantes da concorrência inter organizações da economia tornando a sua concretização bem mais complexa que a concretização de uma Estratégia estritamente militar que ainda assim integram também conflitualidades internas.

Obviamente este texto terá continuidade mas por ora centremo-nos nestas problemáticas – a da limitação da Missão acima definida e a da não perceção do como gerir o exército desta assumida como limitada lusa economia em vez de integrar como deveria o espaço económico social e cultura da Língua Portuguesa e os seus algo como 270 milhões e os 254,3 milhões e os 200 milhões no mínimo!

Visão que resulta deste enorme complexo de inferioridade colonialista das elites lusas que esquecem o que foi um Império como recorda o brasileiro e não um qualquer português, Darcy Ribeiro, um dos ativistas da luta das minorias étnicas do Brasil acentue-se, que fala do Império Teocrático português e garantidamente não por acaso.

Visão que ao inexistir limita enormemente a Missão desta “Visão Estratégica” de António Costa e Silva e aqui e ali lá se vai referindo ao mesmo Império mas sempre bem envergonhadamente!

A Missão deveria integrar claro a CPLP, isto é a herdeira da Conferencia (de 1961) das Organizações Nacionalistas das Colónias Portuguesas (a vetusta e original CONCP), que hoje se chama Comunidade dos Países de Língua Portuguesa!

Mas regressemos à problemática do Exército – António Costa e Silva assume ao contrário do Porter de Cavaco Silva o papel liderante do Estado, em modo transitório, como veremos, e também a economia tipo dominante no século XXI, a capitalista privatista que como sabemos com experiencia de pelo menos 2 séculos e 20 anos é espoliadora de recursos, exploradora dos Recursos Humanos, concentracionária na distribuição da riqueza e de, em média, mais que de baixas qualificações e por tal gananciosa e submissa ao “de fora” por raramente entender o que é uma gestão de equipas e por objetivos.

Frágil exército este ao que se junta um Estado ainda prepotente com laivos mesmo totalitários centrado nas grandes cidades herança salazarenta que é nunca limpo de gorduras e dejetos que que foi!

Não negamos, claro, as mudanças de mentalidade resultante destes 46 anos de Democracia, quer nas organizações quer no Estado sendo as mesmas as molas que poderiam gerar a concretização da “Visão Estratégica” de António Costa e Silva, moças infelizmente não trabalhadas no plano da Missão.

Mas há infelizmente um pouco mais e que é muito mais grave!

Defende o autor que pretende uma,  “economia socialmente justa, digital, verde e competitiva, baseada num amplo consenso nacional que possa contribuir para a criação de emprego e de bem-estar social”, ora entre os generais do marechal António Costa dois existem que se opõem claramente a esta Missão nos moldes acima descritos e que como os generais do incompetente Cavaco Silva, ( que nada tem a ver com António Costa diga-se…), tudo farão para que como com  a Estratégia que Porter desenhou para Portugal, nada aconteça a não ser ( talvez…) os faraonismos deste século XXI ( aeroporto e TVG…) e o documento de António Costa e Silva tenha o mesmo rumo que o de Porter – o caixote do lixo (depois de justificar a delapidação “à pedip” de umas verbas uesinas)!

Falamos claro do ministro do Ambiente e da ministra do Trabalho de um aberrante neoliberalismo anti ambientalista, odiando o verde na economia e a democracia económica na mesma e nas organizações!

Ora sem generais competentes não se ganham guerras, nem militares nem económicas e basta lembrar o como se gere a água e  se aceita o pode das Espanhas nas mesmas e a poluição das ditas e o como se mantém o mais antidemocrático pacote laboral de sempre, o de Vieira da Silva, nas relações laborais em Portugal !

E na verdade estes dois aberrantes exemplos mostram o fim de António Costa e Silva  e da sua Visão Estratégica…  

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