Home América Latina Os EUA realizam uma operação sob a desculpa “liberdade de navegação” no Caribe para desafiar a Venezuela

Os EUA realizam uma operação sob a desculpa “liberdade de navegação” no Caribe para desafiar a Venezuela

por Antonio Sousa

A Marinha dos EUA está a realizar uma operação militar com o falso objetivo de proteger a “liberdade de navegação” no Caribe como forma de desafiar a “demanda marítima excessiva da Venezuela”.

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Esta manobra militar da Marinha dos EUA no Caribe é liderada por um destróier de mísseis guiados da classe Arleigh Burke, ‘USS Pinckney’ (DDG 91), um dos maiores e mais poderosos já construídos nos Estados Unidos.

Numa operação de 23 de junho, os EUA garantiram que permaneciam “fora das 12 milhas marítimas da costa venezuelana”, mas agora o navio em causa navegou por uma área que a Venezuela afirma ser sua, e os EIA dizem “Vamos exercer nosso direito legal de navegar livremente em águas internacionais sem aceitar reivindicações ilegais”, disse o almirante Craig Faller, comandante do Comando Sul dos EUA.

Segundo as forças navais dos EUA desde abril que estão ao largo da costa da Venezuela argumentando com uma “operação antidrogas” nas águas do Caribe, argumento tão frágil quanto as americanas denuncias em n filmes das ligações aparentemente da CIA ao negocio da coca na Colombia como relata por exemplo o filme ‘Barry Seal: Traficante Americano’ figura real que mais parece inventada já que Barry Seal (1939-1986), foi o piloto norte-americano que traficou droga para o cartel de Medellín e que depois de ter sido apanhado pelas autoridades se tornou informador da CIA, inspira o filme ‘Barry Seal: Traficante Americano’, 

O presidente Trump, afirmou que essas operações, realizadas em colaboração com os “principais parceiros regionais” como imagine-se, a Colômbia que se dedica a um genocídio escondido sobre os membros das FARC, apesar dos Acordos firmados, levaram a “1.000 prisões e apreensão de 120 toneladas de narcóticos, que custam milhões de dólares “, supostamente destinados a” financiar “o presidente venezuelano, a quem Washington acusa sem evidência de usar” os benefícios da droga para manter seu poder ” quando devia olhar para o seu assassino  aliado!

Após essas indicações, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, repudiou as “acusações sujas, sujas e falsas” contra o país sul-americano e considerou que eles apenas buscam “ganhar votos para a reeleição de Donald Trump”.

Na realidade, não bastava  as sem vergonha declarações sobre o Covid-19, por todos à Direita e à Esquerda denunciadas nos EUA, ou o livro da sua sobrinha Mary Trump que o apresenta como um psicopata temos esta permanente ameaça de guerra com tutti quanti demonstrando um estado psíquico inadequado para um PR da maior potencial militar mundial ! 

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