Home Opinião O Turismo vale tudo até pôr o El País a mentir!

O Turismo vale tudo até pôr o El País a mentir!

por Joffre Justino

“Totalmente falso.” é assim que o Governo contesta o título do liberal El País sobre Lisboa pois este jornal espanhol e portanto da linha do vale tudo,  escreveu esta sexta-feira  “Portugal ordena o confinamento de três milhões de lisboetas”.

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Este muito querido media para os lusos liberais, o El País, sem qualquer vergonha pôs na primeira página da edição desta sexta-feira um subtítulo escabroso, “Portugal ordena o confinamento de três milhões de lisboetas” e que remete para um texto  onde se repete que Portugal ordenou o confinamento de três milhões de lisboetas, 

Num comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros afirma que o referido título “é totalmente falso” e argumenta que, “pelo contrário”, a decisão do Conselho de Ministros determina que “a grande parte da Área Metropolitana de Lisboa (com a exceção de 19 freguesias, das 118 freguesias da AML) passou a uma nova fase de desconfinamento”, transitando “da situação de calamidade para o situação de contingência.

Lamenta o MNEstrangeiros que um jornal com o prestígio e a responsabilidade do El País ( algo que sempre duvidamos) publique uma tal falsidade. E espera “que possa fazer a correção devida com a urgência e a publicidade que essa falsidade exige”, lê-se no texto.

Contrariamente ao título na primeira página e ao título da notícia em si – “Portugal reconfina a Grande Lisboa por aumento dos contágios” -, o texto do El País distingue as medidas aplicadas a 19 freguesias da AML das restantes 99.

“O Governo decretou ontem [quinta-feira] o estado de calamidade – o mais alto – em 19 bairros da Grande Lisboa onde vivem cerca de 920 mil pessoas e o estado de contingência às cidades que a rodeiam – a Área Metropolitana de Lisboa, conhecida como Grande Lisboa, habitada por três milhões de pessoas”.

E é em relação aos 19 municípios que o texto refere “uma repetição das medidas de março e abril para todo o país”, apontando “o ‘dever cívico’ de permanecer em casa salvo para compras ou deslocar-se para o trabalho”.

No Conselho de Ministros de quinta-feira, o Governo aprovou o dever cívico de recolhimento domiciliário em 19 freguesias de cinco dos 18 concelhos da AML, designadamente de Lisboa, Sintra, Amadora, Odivelas e Loures, a partir de 1 de julho.

Em conferência de imprensa, o primeiro-ministro, António Costa, disse que, enquanto o conjunto da AML vai passar ao estado de contingência e o resto do continente português ao estado de alerta, a situação de calamidade é mantida no conjunto das 19 freguesias da AML “onde se concentra, neste momento, o foco de maior preocupação de novos casos registados”.

Entre as medidas a implementar nas freguesias, que o primeiro-ministro frisou serem “todas contíguas” e constituírem “uma unidade”, destaca-se o “dever cívico de recolhimento domiciliário”, o que implica que as pessoas só devem sair de casa para ir trabalhar, ir às compras, praticar desporto ou prestar auxílio a familiares.

Assim, a partir de segunda-feira e por 15 dias, o país passa a ter regras diferentes de combate à Covid-19, consoante a zona.

O nível mais grave, situação de calamidade, é aplicado às 19 freguesias da AML, o médio, situação de contingência, à AML, e o mais baixo, estado de alerta, ao resto do país.

Segundo a TSF a sede do El País em Madrid, escusou-se a fazer comentários, limitando-se a dizer que o assunto já está a ser analisado pela direção do jornal.

Chama-se a esta atitude concorrência desleal e merece queixa à Comissão Europeia porque o objetivo é claro – afastar os turistas da UE de Portugal!

Mas claro que um governo e um PR sempre submissos às Espanhas não serão capazes de empurrar as Espanhas para uma crise na UE pois se fossem Almaraz já era ! 

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