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Alma Llanera o segundo hino venezuelano

por Antonio Sousa

Alma Llanera é considerado o  segundo hino nacional da Venezuela e é uma canção folclórica do estilo popular chamado Joropo animando  e pondo a cantar qualquer venezuelano

A letra apresenta as raizes do país , das planícies, aos altos picos da cordilheira dos Andes, às costas e às suas praias, ou das florestas tropicais até às grandes cidades.

Bolívar Coronado o seu autor nascido em Villa de Cura, no estado de Aragua, a 6 de junho de 1884 terá sido um escritor escondido em vários pseudônimos, mas com este sucesso o presidente Juan Vicente Gómez concedeu-lhe uma bolsa de estudos em Espanha. 

Homem tímido e inseguro nunca imaginou quão bem-sucedido seria o seu trabalho resultante de uma visita na Páscoa de 1913, ao seu cunhado doente numa fazenda ao sul de Villa de Cura. 

Nesta região montanhosa e de café surgiu a inspiração, numa zarzuela com o nome de Alma Llanera. 

Ja vi musicalização foi feita pelo maestro Pedro Elías Gutiérrez, na época o diretor da Banda Marcial de Caracas e é considerado “o pai” de Alma Llanera sendo uma adaptação da valsa “Marisela”, de Sebastián Díaz Peña (primeira parte), e da valsa “Mita”, do compositor Jan Gerard Palm (segunda parte) e teve como nome original “Alma Llanera: Zarzuela em uma pintura”

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Alma Llanera foi ouvida pela primeira vez no sábado, 19 de setembro de 1914, no Teatro de Caracas, também chamado de “Coliseu de Veroes”.

Encenada pela companhia espanhola Manolo Puértolas, com interpretação de Matilde Rueda e a peça foi um sucesso repetida nesse palco e em muitos outros do país e é conhecida e admirada internacionalmente.

Foi interpretada por Gilberto Santa Rosa, Julio Iglesias, Pedro Fernández, Ney Matogroso Plácido Domingo, Jorge Negrete e a Orquestra Filarmônica Nacional de Londres 

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Letra del Alma Llanera

Yo nací en una ribera del Arauca vibrador 

soy hermano de la espuma 

de las garzas y de las rosas 

soy hermano de la espuma, 

de las garzas, de las rosas 

y del sol 

y del sol. 

Me arrulló la viva diana de la brisa en el palmar 

y por eso tengo el alma 

como el alma primorosa 

y por eso tengo el alma 

como el alma primorosa 

del cristal 

del cristal. 

Amo, lloro, canto, sueño, 

con claveles de pasión, 

con claveles de pasión, 

amo, lloro, río, sueño, 

y le canto a Venezuela 

con alma de trovador. 

Yo nací en esa ribera del Arauca vibrador 

soy hermano de la espuma, 

de las garzas, de las rosas 

y del sol. 

Me arrulló la viva diana de la brisa en el palmar 

y por eso tengo el alma, 

como el alma primorosa, 

y por eso tengo el alma, 

como el alma primorosa, 

del cristal, 

del cristal. 

Amo, lloro, canto, sueño, 

con claveles de pasión 

con claveles de pasión 

amo, lloro, río, sueño, 

y le canto a Venezuela 

con alma de trovador. 

Yo nací en esta ribera del Arauca vibrador 

soy hermano de la espuma, 

de las garzas, de las rosas… 

y del sol.

Duas versões deste quase hino nacional 

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