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Emoções, Stress e Performance

por Editor

Alguma vez sentiu a angústia de assumir uma responsabilidade e não poder cumpri-la? Alguma vez sentiu que estava a defraudar as expectativas de alguém que confiava em si? Alguma vez sentiu como se estivesse na corda bamba?

E aquele friozinho no estómago que só dá quando já bateu no fundo do poço? Já sentiu tudo isso?

Se alguma vez sentiu uma ou várias das situações acima mencionadas então conhece o poder das emoções negativas que é capaz de o levar a um estado de stress e ansiedade ou mesmo à depressão na eventualidade de se tornar algo prolongado no tempo, afetando por consequência a sua performance individual.

Por isso gostaria de partilhar consigo, algo que aprendi com a minha experiência profissional e que julgo poder ser útil a quem estiver a passar por alguma das situações descritas.

Tudo o que o afeta positiva ou negativamente, reside única e exclusivamente na sua mente.

A realidade é uma construção da mente e cada pessoa observa, escuta e cria os factos que nada mais são do que percepções subjetivas de cada um baseadas na sua experiência de vida, dos seus valores e das suas crenças.

Se assim é, porque não procurar outras perspectivas diferentes de análise de um problema? Porque não pensar que por detrás de cada desafio, existe sempre um propósito e que cada experiência nos oferece sempre uma nova aprendizagem?

Porque não tentar encontrar um propósito e fazer as ligações dos vários pontos da encruzilhada? Repare no seguinte:

Você não consegue ligar os pontos olhando pra frente; você só consegue ligá-los olhando pra trás. Então você tem que confiar que os pontos se ligarão algum dia no futuro. Você tem que confiar em algo – seu instinto, destino, vida, carma, o que for.
Esta abordagem nunca me desapontou, e fez toda diferença na minha vida.”

Steve Jobs

Existem três pilares fundamentais para a construção de uma perceção, os nossos pensamentos, os nossos sentimentos e as nossas ações/comportamentos. Estudos de várias décadas nesta área provaram já a veracidade destes pressupostos.

Para podermos estar num equilíbrio saudável é importante que exista esse mesmo equilíbrio em nós próprios, ou seja, compreender a importância destes pilares, para podermos aplicá-los no nosso dia a dia torna-se assim fundamental.

Pensamentos negativos, geram sentimentos negativos que, por sua vez geram comportamentos e ações de acordo com esses mesmos estados de negatividade. O contrário também é verdadeiro, pensamentos positivos, geram sentimentos positivos e consequentemente, geram também comportamentos e ações positivas.  

Para gerir as emoções é preciso ter consciência delas e compreender o efeito que elas estão a ter no nosso comportamento. Estando conscientes deste facto, o que fazer quando se está numa espiral de negatividade?

Quebrar o ciclo! E como? Tomando consciência da forma como nos sentimos, se estamos “em baixo”, isso significa que os pensamentos inconscientes que estamos a ter são em grande medida negativos. Depois dessa tomada de consciência, devemos agir, para quebrar o ciclo negativo.

Podemos começar por influenciar o nosso comportamento. Exemplo, fazendo algo de que gostamos e que nos faz bem, exemplo: passear, estar com alguém de quem gostamos, fazer exercício físico, ver um filme cómico, etc. Já reparou que, as pessoas quando estão deprimidas, normalmente olham constantemente para o chão? Com o olhar cabisbaixo e triste? Numa conversa interior, com os seus botões?

Se você se encontra num estado similar, experimente olhar para o horizonte, levantar a cabeça ao caminhar, com o peito aberto numa linguagem gestual de quem enfrenta o mundo. Experimente movimentar-se, sair da cama e colocar mais actividade física no que faz, e vai ver como o seu estado emocional começa, pouco a pouco a alterar-se de forma positiva?

Não se esqueça nunca que, saber gerir as nossas emoções, significa menos stress e mais performance.

Num filme o que importa não é a realidade, mas o que dela possa extrair a imaginação.”

Charles Chaplin

– Charles Chaplin

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