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O Vírus “Revolucionário”​ – Parte 2

por Editor

Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças.

– Leon C. Megginson 

Foi assim terminei a primeira parte deste artigo publicado no Jornal Online Estrategizando e aqui também no Linkedin no dia 18 de março, ao relevar a ambição desmedida do ser humano que levou a natureza aos limites e quase que a “vingar-se” e a dar um sério sinal de aviso à navegação.

E fi-lo com um propósito que é o de alertar a consciência crítica de quem tem por hábito refletir, como seria suposto fazerem todos os seres humanos.

Não importa muito a inteligência se não formos capazes de nos adaptarmos às mudanças e ao novo contexto que surgirá no período pós covid-19. Acredito que grande parte dos cidadãos deste mundo estarão agora muito mais conscientes das suas ações para servir um mundo melhor.

Este “vírus revolucionário” veio mostrar que independentemente de todo o dinheiro que que acumulemos ao longo da vida, de nada nos servirá se não tivermos a natureza do nosso lado.

Veio ainda reforçar que as equipas vencedoras são aquelas que descobrem o seu “norte” e se alinham todos na direção do mesmo, pois só assim cada elemento beneficia disso e usufrui do que é seu por legitimidade.

Compreender o significado da palavra “solidariedade” foi também uma grande descoberta para muitos e principalmente para a nova geração que, de alguma forma se viu privada da sua liberdade e entenderá agora que haverão outros propósitos mais importantes na vida do que apenas os bens materiais.

Acredito que a espiritualidade acaba de ganhar uma nova dimensão e que rapidamente surgirá uma nova vaga de cidadãos socialmente solidários e responsáveis capazes de liderar com uma nova consciência mais assertiva e mais alinhada com os valores da natureza, da saúde e do respeito pelo próximo.

E se assim for, será capaz de se adaptar a este novo mundo que vai necessariamente criar clivagens de toda a ordem e apresentar-se com desafios que até então nunca se tinham colocado? Será capaz de manifestar a sua posição em defesa de uma sociedade mais justa, mais assertiva e mais solidária? Será capaz de aceitar as novas imposições ditadas por um novo Big Brother que se avizinha?

Muitos vão ser os desafios que antevejo num cenário completamente novo para a humanidade neste início de década bastante conturbado!

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