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Uma CPLP sem Visão e sem estratégia

por Joffre Justino

A União Indiana irá entrar deste país para a CPLP com o estatuto de membro associado na próxima cimeira, prevista para setembro, em Luanda, o que dadas as historicas relaçoes com este imenso pais é uma iniciativa de parabenizar! 

Criada há 22 anos, a CPLP tem atualmente nove Estados-membros: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, sendo como sabemos um enorme erro a entrada da não lusofona a fascista Guiné Equaterial boa amiga do clã dos Santos!

Numa absurda linha de crescimento sem estratégia a não ser o “vale tudo”na última cimeira, realizada em julho de 2018, em Cabo Verde, foi concedido o estatuto de observadores ao Luxemburgo, ( aceitável) Andorra, (?) Reino Unido, (aceitável) Argentina, aceitavel) Sérvia, (?) Chile, (?) França, ( erro crasso) Itália, (erro crasso) e também à Organização de Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI) (aceitável) 

Já tinham o estatuto de observadores associados da CPLP, que foi criado em 2005, os seguintes dez países: Hungria, (erro crasso) República Checa, (erro crasso) Eslováquia, (erro crasso) Uruguai, (aceitável) ilha Maurícia, (?) Namíbia, (aceitável) Senegal, (aceitável) Turquia, (?)Japão (aceitável) e Geórgia (erro crasso) 

Para a CPLP os observadores associados têm de partilhar os “princípios orientadores” da organização, nomeadamente no que respeita “à promoção das práticas democráticas, à boa governação e ao respeito dos direitos humanos”, e prosseguir “objetivos idênticos” aos da comunidade lusófona, “mesmo que, à partida, não reúnam as condições necessárias para serem membros de pleno direito”.

Sem estratégia, sem visão a CPLP segue infelizmente  o rumo dos absurdos interesses que a nada conduzem

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