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Angola-não concordamos mas publicamos

por Joffre Justino

Publicamos porque, podendo ser o contra ataque do clã dos Santos, é também um grito de revolta das gentes que vão, desde a UNITA sempre posta à margem, aos muitos jovens quadros Angolanos que sempre viveram sob o fogo dos que entram em Angola, não investem e saem multimilionários!

Mas é também o sinal de que “a pradaria angolana” vê os elefantes em luta e sente como vai sofrer porque quando os elefantes lutam quem sofre é o capim!

O Luanda leaks nao deveria ter acontecido? Claro que deveria, mas tanto Luanda que ainda está escondido, que urge perguntar – onde está o restante além do clã dos Santos!?

Leiam, reflitam e temam porque os elefantes estão mesmo em luta e não se sabe como acabará o seu combate !

Apenas os destituídos de senso racional, desprovidos de razão, e de nexo, pronunciarão que o “Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação” que abarcou mais de 20 países do mundo todo, devotou o seu precioso tempo e dinheiro, a uma exaustiva pesquisa com fins não lucrativos, para deitar no tapete a figura de Isabel dos Santos no panorama internacional.

Na verdade o “Luanda Leaks” é uma campanha internacional de assassinato de carácter contra a figura de Isabel dos Santos. João Lourenço impôs hoje variadas formas de combater os dos Santos, que vão desde uma simples guerra psicológica, à uma guerra económica. Mas não nos esqueçamos que essas formas de guerra impostas contra Isabel dos Santos não irá resultar em nada de frutífero no plano angolano. Enquanto o Governo angolano espera que sanções económicas contra a figura de Isabel dos Santos visam reverter Política monetária extremamente austera, visando evitar processos de hiperinflação, tal “Guerra Económica” visada na pessoa de Isabel dos Santos colocará de rastos o País.

Todas as entranhas sociais sofrerão, até os pilares que revestem a nossa economia de mercado. Isabel influenciava de que maneira na economia angolana. O resultado de uma sanções económica contra a figura de Isabel dos Santos não ajudará em nada no País, nem sequer atrairá qualquer forma de investimento estrangeiro, aliás, correrá de uma vez para todas com todas as formas de investimento estrangeiro.

De lembrar que enquanto se continua a perseguir Isabel dos Santos, os corruptos fazem do País um belo paraíso para tomarem as suas riquezas. Uma nova classe de milionários nasce nesse processo de luta entre titãs.

Essa pesquisa é aludida num plano lúgubre da “Guerra Psicológica” imposta por João Lourenço e Manuel Vicente contra Isabel dos Santos. Se fosse uma pesquisa sem fins lucrativos, já teria sido executada no tempo de JES, quando a SIC anunciou um filme investigação que pôs em alvoroço o anterior governo.

Porque é que somente hoje intervêm? E ainda mais visando uma única pessoa que é o verdadeiro foco de uma “Guerra Psicológica” vigente em Angola? Não apareceram em 1975 quando mais 500 mil portugueses foram forçados à deixar Angola, nas condições mais desumanas possíveis, descalços, rotos, foram – lhes roubados tudo, muitos dos quais tiveram de sair nus de Angola, nem sequer uma mala de roupa levara, outros tiveram um fim bárbaro.

Mas o Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação fechou os olhos, e não ouviu nenhum grito de socorro.

Não apareceram em 1977 quando as multi-potências EUA e URSS fizeram de Angola o palco geopolítico dos seus desafios beligerantes, rumo ao alcance da hegemonia internacional em África. Mas o Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação fechou os olhos, e não ouviu nenhum grito de socorro.

Não apareceram em 1988 quando Angola tornou – se o ponto de viragem universal para o fim da “Guerra Fria”, com a famosa “Batalha do Cuito Cuanavale”, que terá resultado nas conversações tripartidas. Mas o Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação fechou os olhos, e não ouviu nenhum grito de socorro.

Não apareceram em 1992 quando após as eleições, Jonas Savimbi preferiu a guerra que a Paz, e o País emergiu numa trágica guerra civil que somente terminou em 2002.

Não apareceram em 2004 quando aconteceu a farra com o crédito chinês, e, variadas figuras mamaram o crédito chinês e deixaram o País de rastos.

Não apareceram em 2008 quando Angola enfrentou a primeira crise económica, porém, JES soube desviar – se de tal natureza. Não apareceram em 2012 quando a SIC fez uma investigação bombástica onde situava variadas figuras que faziam da ladroagem seu único meio de existência.

Não apareceram quando os 15 + 2 foram presos por terem lido um livro. Não apareceram quando aconteceu o genocídio no Monte Sumi e Kalupeteka foi preso por ter lido uma bíblia sagrada e ter prometido o Paraíso a milhares de crentes desatento.

Porque razão somente hoje no anos de 2020 se prontificaram em ajudar o África? E precisamente Angola? E porque razão Isabel dos Santos é a única figura visada nesta exposição bombástica e pública?

Somente os ignaros dirão que a investigação realizada pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigadores visou solidarizar – se com o processo de combate à corrupção vigente em Angola. Os mais doutos já há muito sabem que europeus não realizam investigações debalde para africanos, não é possível tal acto, sem valores monetários atirados aos seus bolsos. Essa investigação é fruto de um clima de corrupção que ainda surripia a natureza angolana no actual contexto de coisas. E, o Estado angolano, terá gasto milhares de dólares para assistir à tal desiderato. Não menos de 5 milhões de dólares.

A verdade tem cor e corpo. Esse trabalho, executado pelo Consórcio Internacional de Jornalista de Investigação foi efectuado sob intenção do actual regime, e, pago com o dinheiro dos cofres do Estado. Os europeus não amam Angola, ao ponto de abandonarem suas vidas, seus trabalhos, suas famílias, para dedicarem todo seu tempo em torno da investigação de uma única pessoa. Aliás, Isabel dos Santos, não é nenhuma terrorista para merecer um exército de combatentes jornalista dispostos a calcar sua imagem internacional. Não é um Estado totalitário como a Coreia do Norte. Isabel dos Santos é uma empresária excepcional, de inteligência assaz. Que do pouco fez – se grande.

Porém, os europeus vestidos de inveja assombrosa, não toleram o excesso de brilho de uma mulher vinda de África a fazer da Europa seu campo de crescimento, a comandar milhares de legiões de trabalhadores em variadas nações do mundo.

Se existe um continente que tanto é detestado pelos europeus, chama – se África. Para os quais, África é um continente sem história, onde os cidadãos habitam em cavernas e árvores. São negros, desde logo, são uma espécie que sucedeu dos primatas menos transformados, cabendo tal afirmação a teoria de Charles Darwing sobre a evolução natural das espécies. Desde logo, o “Luanda Leaks” não foi um projecto fácil, foi um projecto que custou dos cofres do Estado angolano, milhões de dólares para que tal fosse um facto. As pesquisas, no âmbito global, qualquer que seja, visam investimentos avultados.

As viagens pagas por mais de 120 jornalistas não custaram pouco aos cofres do Estado angolano. O tempo gasto em investigação por mais de 120 jornalistas não custou pouco aos cofres de Estado. As investigações secretas, o envolvimento de agências internacional de Inteligência, a utilização de mecanismos de inteligência artificial como Hacker, visou o investimento de milhares de dólares.

Agora vejamos, foram 120 jornalistas de diversas empresas de média em mais de 20 países. De recordar que 120 jornalistas precisam de 120 bilhetes de passagem à qualquer lugar que lá foram, precisam de 120 suites para se hospedarem, precisam de 120 computadores para poderem trabalhar, precisam de alimentar – se, precisam de transportes, precisam de utilizar telefone para fazerem ligações, precisam de crédito de telemóvel, precisam dinheiro para realização das pesquisas, precisam de variados instrumentos.

Se de facto, não fossem pago pelo Governo angolano, quem os teria pagos? Os EUA? A China? A Rússia? A Itália? A ONU? A OUA? Ou teriam retirado de seus próprios bolsos? Claro que não. Nenhum governo arriscariam milhares de dólares para investigar uma única pessoa, num País com mais de 300 corruptos e ladrões que tomaram o País de assalto, deixaram tudo de rastos.

De lembrar que, até jornais e televisões internacionais foram contratadas para tal âmbito. O resultado da pesquisa foi manchete de variados jornais do mundo inteiro em mais de 40 países. Que País se preocuparia tanto com Angola neste momento de crise?

Em 2002, nenhum País europeu aceitou ajudar Angola no plano de reconstrução nacional. Os EUA negaram dar qualquer crédito para Angola sair das enxergas da guerra. O Banco Mundial negou, o FMI negou. A Rússia negou. Somente a China apareceu com uma dívida avultada para o plano de reconstrução nacional, para além de mais, perto de um milhão de chineses foram enviados à Angola nas obras de reconstrução nacional.

Porque é que nesta época a Europa deu – nos as costas? E somente hoje aparece com interesse de ajudar – nos no combate à corrupção? E visando expor de forma pública uma única pessoa? Por sinal num País com mais de 300 acusáveis?

Há provas de sobras que Manuel Vicente e João Lourenço foram os visados num investimento milionário que resultou no contrato do Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação para a realização de uma pesquisa que pudesse deitar ao tapete Isabel dos Santos. A pesquisa foi um acto furioso desenvolvido com uma violenta vontade de difamar Isabel dos Santos, de colocá – la nos olhos de todos, de manchar a sua imagem, de difamá – la, de aterrorizá – la, enquanto isso, em Angola andam mais de 300 multimilionários que fizeram suas riquezas do erário público, porém, a lei não os conhece.

Essa pesquisa foi desenvolvida sob alçada de Manuel Vicente e João Lourenço, se estes não se tivessem engajados no contrato de inúmeros jornalistas para que tal pesquisa fosse um facto, não há dúvidas de que, tal pesquisa teria um dia de acontecer. Engana – se quem achar que tal pesquisa visa apresentar mais figuras para além de Isabel dos Santos. Essa pesquisa é visada na “Guerra Psicológica” onde o assassinato de carácter é um meio viável para acabar com a hegemonia internacional da pessoa visada. Permitindo também ganhar maior credibilidade internacional e maior aceitação nacional, enquanto isso, os problemas sociais crescem como musgos crescentes em troncos velhos.

Os europeus nunca sentiram prazer algum para ajudar o povo africano, para além de enganá – los e pilhar tudo quanto existe neste continente. A história é clara em provar que a vinda de europeus à África sempre visou a satisfação de interesses nobres e individuais. Desde logo, os mais de 20 países europeus que dedicaram – se em infundir todo tempo quanto possuíam somente numa pesquisa que viesse matar o carácter de Isabel dos Santos, foram pagos pelo regime angolano para que tal fenómeno fosse um facto.

Porém não nos esqueçamos que o “Luanda Leak” de Manuel Vicente e João Lourenço são uma tecnologia arcaica de divisão elementar e estrutural do MPLA, só pode dar lugar a uma fraquíssima produtividade de esperança e glória do Partido. Todavia, arruínam, e separam ainda mais o Partido MPLA. Nunca se viu num País com mais de 300 multimilionários que todos terão realizado suas fortunas apoiados ao que era de todos, somente Isabel dos Santos mereceu um “Luanda Leak” com exposição internacional de sua pessoa. Onde andam os mais violentos ladrões do erário público? Onde se puseram os grandes mafiosos que esse País produziu ao longo de mais de 40 anos de independência? Onde está o mais rico de Angola, Eng. Manuel Vicente com mais de 60 biliões de dólares?

“Luanda Leaks” foi feito simplesmente para um assassinato de carácter da pessoa de Isabel dos Santos, aos demais, não são achados nem visados, se fosse, precisaríamos mais de 300 “Luanda Leaks”, assim nomes como: Manuel Vicente (o número um da corrupção), João Lourenço, Kopelipa, General Dino, Fernando da Piedade Dias dos Santos (Nandó), Alvaro Sobrinho, José de Lima Massano, Asher Mangueira, José de Morais, etc, etc… Teriam seus “Luandas Leaks” atulhados de surpresas, mas não vos atraiçoeis, não haverá uma outra versão do “Luanda Leak (2) ou (3)” para outras figuras, Luanda Leaks, é um jogo político que tem por foco apenas Isabel dos Santos.

De lembrar que, Isabel dos Santos, não é a única envolvida em escândalos fiscais. Recentemente foi publicada uma lista de indivíduos com somas avultadas de dinheiros no estrangeiro, porém, nenhum dos visados, soube repatriar o seu capital para Angola. Até então, João Lourenço na qualidade de titular do poder executivo, não aceitou repatriar o seu capital presente em bancos estrangeiro. JLO na conjuntura da esposa Ana Dias Lourenço seriam os primeiros a dar exemplo e repatriar o seu capital presente no estrangeiro. Coisa que não terá acontecido, nem João Lourenço, nem os demais terão repatriado os seus avultados capitais presentes em bancos estrangeiros.

Porque só Isabel dos Santos é a visada no famoso “Luanda Leaks”?

Se “Luanda Leaks” visasse uma luta contra corrupção de facto, desde logo, outras figuras teriam suas vidas postas ao público. Porém, tal acto, está muito longe de ser um facto. A lista de indivíduos que abateram os cofres do Estado angolano está para além dos 300 indivíduos, mas há muitos que deles não se diz nada.

Na verdade, o “Luanda Leaks” foi realizado para suprir um jogo político cujo âmbito visa elevar a credibilidade internacional do governo angolano, atrair investidores internacionais, dar maior credibilidade ao FMI e aumentar o apoio social em Angola. De lembrar, que é um projecto que visa manchar no panorama internacional a imagem de Isabel dos Santos enquanto engenheira de sucesso, que desafiou a toda prova o multimilionário angolano que tem mais de 60 biliões de USD em sua posse.

Na próxima encarnação, queremos ver um “Luanda Leaks” com mais capítulos e secções para figuras com avultadas somas de dinheiro presentes nos bancos estrangeiros, algumas das quais são citadas aqui:

1 – Hélder Manuel Viera Dias Júnior “Kopelipa”: USD 2, 6 bilhões;
2 – Leopoldino Fragoso do Nascimento «Dino»: USD 1,8 bilhões;
3 – Manuel Domingos Vicente: USD 3,8 bilhões;
4 – Tenente-Coronel Leonardo Lidinikeni (ex-oficial de escolta presidencial): USD 314,3 milhões;
5 – José Lima Massano: USD 1.2 bilhões;
6 – José Leitão da Costa e Silva: USD 842,7 milhões;
7 – José Maria (ex-chefe da Inteligência Militar): USD 854,3 milhões;
8 – Armando da Cruz Neto: USD 213,7 milhões;
9 – Álvaro Sobrinho: USD 1,7 bilhões;
10 – Elísio de Figueiredo(Embaixador): USD 1,8 bilhões;
11 – António Pitra Neto: USD 578 milhões;
12 – Higino Lopes Carneiro: USD 1,2 mil milhões;
13 – Carlos Hendrick Silva; USD 243,2 milhões;
14 – General Fernando Araújo: USD 283,1 milhões;
15 – Empresário António Mosquito e o Bancário Sebastião Lavrador: USD 213,8 milhões;
16 – Marcel Kruse: USD 348,2 milhões;
17 – Empresário e político Joaquim David: USD 854,9 milhões;
18 – Administrador da Sonangol Abílio Sianga: USD 743,7 milhões;
19 – Bancário Mário Palhares: USD 843,8 milhões;
20 – Aguinaldo Jaime; USD 412,8 milhões;
21 – António França “Ndalu” USD 312,9 milhões;
22 – Amaro Taty: USD 232,9 milhões;
23 – Diretor da ASCORP Noé Baltazar: USD 743,9 milhões;
24 – Desidério Costa: USD 621,9 milhões;
25 – Isaac dos Anjos: USD 312,8 milhões;
26 – Faustino Muteka: USD 532,1 milhões;
27 – Carlos Hendrick: USD 198,8 milhões;
28 – António Vandúnem: USD 317,5 milhões;
29 – Manuel Augusto da Fonseca(Sonangol): USD 429,2 milhões;
30 – Orlando Veloso (ex-PCE da Sonangol Imobiliária): USD 512,7 milhões;
31 – José Carlos de Castro Paiva, (ex-Administrador não-executivo da Sonangol): USD 312,1 milhões;
32 – José Pedro de Morais: USD 542,7 milhões;
33 – General Pedro Neto: USD 286,9 milhões;
34 – Dumilde Rangel: USD 213,5 milhões;
35 – Santana André Pitra: USD 267,4 milhões;
36 – Hendrick Vaal Neto: USD 265,2 milhões;
37 – Fernando da Piedade dias Santos Nandó: USD 623,7 milhões;
38 – Salomão Xirimbimbi: USD 312,8 milhões;
39 – Fátima Jardim (ex-Ministra das Pescas): 121,5 milhões;
40 – Álvaro Carneiro (ex-director adjunto da Endiama): USD 276,9 milhões
41 – Ramos da Cruz: USD 163,8 milhões;
42 – Gomes Maiato: USD 285,8 milhões;
43 – Joanes Andre: 693,7 milhões;
44 – João Eduardo dos Santos: USD 412,4 milhões;
45 – Bento Kangamba: USD 203,7 milhões;
46 – Gonçalves Muandumba: USD 175,8 milhões;
47 – Luiz Paulino dos Santos (ex-governador do Bié): USD 86,3 milhões;
48 – Paulo Kassoma: USD 126,3 milhões;
49 –  Empresário Rui Santos: USD 1,8 bilhões;
50 – Mário António (Adm. da GEFI): USD 83,9 milhões;
51 – Silva Neto (ex-administrador da Sonangol Distribuidora): USD 453,8 milhões;
52 – Júlio Bessa (ex-Ministro das Finanças): USD 113,7 milhões;
53 – Paixão Franco: 163,8 milhões;
54 – João Manuel Gonçalves Lourenço: USD 150 milhões;
55 – Kundi Payhama: USD 217,8 milhões;
56 – General Furtado: USD 198,4 milhões;
57 – Ismael Diogo: USD 59,3 milhões;
58 – Augusto Tomás; USD 846,1 milhões;
59 – Generoso de Almeida; USD 213,6 milhões;
60 – General Cirilo de Sá: USD 147,1 milhões;
61 – Paixão Junior: USD 241,7 milhões;
62 – General Adolfo Razoilo: USD 162,4 milhões;
63 – Bornito de Sousa(actual vice-presidente da república): USD 317,4 milhões;
64 – José Pedro de Morais: USD 312,8 milhões;
65 – Empresário Fernando Borges: USD 134,2 milhões;
66 – José Lopes; USD 73,9 milhões;
67- Irmãos Ceita: USD 421,7 milhões; etc, etc, etc, etc …

O “Luanda Leaks” do futuro, deve nos apresentar uma lista com mais de 300 marimbondos, sem esquecer os nomes dos Donos Disto Tudo, até lá, acreditaremos existir uma verdadeira luta contra a corrupção em Angola.

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