Home Opinião O mesmo governo que quer saudar os da guerra colonial e não os que a combateram, agora recusa assumir, com o exercito, responsabilidades perante duas mortes?

O mesmo governo que quer saudar os da guerra colonial e não os que a combateram, agora recusa assumir, com o exercito, responsabilidades perante duas mortes?

por Joffre Justino

Será que os comandos e os militares ja esqueceram que nunca de deixa ninguém para trás?

E que para tal há que treinar para a vida e não para a morte?

Será tão grande o esquecimento? 

Pois o ministro que coordena as forças armadas esse já esqueceu de todo e por isso, só pode, largou as negociações para indemnizar as famílias dos dois recrutas – Hugo Abreu e Dylan Silva – que morreram em 2016 devido a um golpe de calor durante o curso de comandos segundo o JN de domingo .

Assim “o Estado” decidiu esperar pela decisão dos tribunais para tomar ou acompanhar uma decisão e na hipótese de um acordo, irá ponderar se o pagamento da indemnização deve ou não ser feito, à luz do interesse nacional.

Ricardo Sá Fernandes, advogado dos dos pais dos dois comandos, considera o recuo lamentável, e aponta como exemplo o caso de Pedrógão Grande, em que o Estado avançou com as indemnizações independentemente da responsabilidade criminal por entender que, ainda que não tivesse havido responsabilidade criminal, foi o funcionamento do sistema que falhou.

Os familiares de Hugo Abreu e Dylan da Silva exigem uma indemnização de quase 700 mil euros.

Lamentável decisão! 

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