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Médicos, os seus direitos e o SNS

por Joffre Justino

A Federação Nacional dos Médicos, FNAM, e o Sindicato Independente dos Médicos,,SIM, reuniram-se hoje com os grupos parlamentares do PSD do BE e do PCP e  “manifestaram preocupação com o estado atual do SNS e reafirmaram a necessidade de valorização da Carreira Médica para atrair e reter os médicos no SNS”.

Em comunicado conjunto divulgado após as reuniões, FNAM e SIM defenderam ainda que os sindicatos dos médicos “constituem parte da solução para o problema”, apresentando seis propostas.

Rever a carreira médica para contemplar nas grelhas salariais a possibilidade de dedicação exclusiva dos médicos, uma tabela de valorização do trabalho em urgência e uma redução dos horários dos turnos em serviço de urgência das 18 horas para as 12 horas, “permitindo mais tempo para a atividade assistencial e a diminuição das listas de espera” estão entre as propostas que infelizmente conflituam com a não existência de licenciados suficientes para satisfazer estas reivindicações e tal porque a (des) ordem bloqueia as soluções que permitam fazer crescer o numero de licenciados qur dificulta   também o haver solução para a redução do numero de utentes médico 

Propõem ainda rever o número de utentes por médico de família, um estatuto de “desgaste rápido, risco e penosidade acrescidos para a profissão médica” e “medidas de proteção e segurança dos médicos nos seus locais de trabalho”.

“Os recentes casos de violência contra médicos são reflexo da deterioração dos cuidados de saúde e à passividade governamental na sua resolução”, criticam os sindicatos.

A 15 de janeiro as duas estruturas sindicais vão reunir-se com os grupos parlamentares do PS, CDS-PP e PAN, aguardando ainda que seja agendada uma reunião com a comissão parlamentar de Saúde.

IMA // JMR

Lusa/fim

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