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Vigília Resistência Camponesa: por Terra, Vida e Dignidade

por Joffre Justino

Hoje chegamos ao 7º dia da Vigília Resistência Camponesa: por Terra, Vida e Dignidade, que denuncia a ameaça de despejo contra 212 famílias de 3 comunidade em Cascavel, oeste do Paraná.

Agradecemos ao amigo, cantor e compositor Otto, que nos enviou a sua mensagem de solidariedade!

Faça uma visita ou mande seu vídeo com uma mensagem de força às famílias! A Vigília está localizada às margens da BR 277, km 557, em Cascavel.

🔴 Vamos fazer essa mensagem chegar ao governador Ratinho Junior (PSD-PR)! 

#DespejoNão!

#BastaDeViolênciaNoCampo

OTTO APOIA A VIGÍLIA DA RESISTÊNCIA CAMPONESA DO PARANÁ

Hoje chegamos ao 7º dia da Vigília Resistência Camponesa: por Terra, Vida e Dignidade, que denuncia a ameaça de despejo contra 212 famílias de 3 comunidade em Cascavel, oeste do Paraná.Agradecemos ao amigo, cantor e compositor Otto, que nos enviou a sua mensagem de solidariedade!Faça uma visita ou mande seu vídeo com uma mensagem de força às famílias! A Vigília está localizada às margens da BR 277, km 557, em Cascavel.🔴 Vamos fazer essa mensagem chegar ao governador Ratinho Junior (PSD-PR)! #DespejoNão!#BastaDeViolênciaNoCampo

Publicado por MST – Movimento dos Trabalhadores Sem Terra em Sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Estao em risco de despejo mais de 200 famílias que vivem há cerca de 20 anos no complexo de Fazendas Cajati, em Cascavel e este sábado, 28, cerca de 300 pessoas realizam um ato de abertura da “Vigília Resistência Camponesa: por Terra, Vida e Dignidade” em Cascavel, região Oeste do Paraná. 

A ação está a acontecer nas margens da rodovia BR 277, km 557, onde fica o acampamento Resistência Camponesa.

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São três as principais comunidades ameaçadas de despejo como a Resistência Camponesa, a Dorcelina Folador e o 1º de Agosto, a produzir há cerca de 20 anos no local que integram o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, MST, e estão localizadas na cidade de Cascavel, no complexo de fazendas Cajati com 213 famílias, cerca de 800 pessoas, sendo pelo menos 250 crianças e 80 idosos.

As famílias acampadas exigem  o fim da violência e dos despejos no campo, querem continuar a desenvolverem as suas comunidades camponesas e reivindicam o apoio do Estado para a efetivação da reforma agrária, garantida pela Constituição Federal de 1988.

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O governador Ratinho Junior autorizou nove despejos entre maio a dezembro de 2019, durante seu primeiro ano à frente do governo do Paraná e assim cerca de 500 famílias tiveram as suas casas e produções destruídas, sem qualquer abertura para diálogo por parte das forças policiais. 

Desde o começo do ano as comunidades sofrem com sobrevoos de aeronaves e drones, uso de bala de borracha e bombas de efeito moral, que causam temor, especialmente às crianças.

A falta de diálogo, a violência crescente e os despejos ilegais têm causado forte  inquietação nas cerca de 7 mil famílias que vivem em acampamentos em todo o Paraná com  cerca de 80 ocupações, todas elas em áreas declaradas improdutivas, áreas confiscadas do tráfico de drogas, áreas denunciadas por trabalho escravo ou de grandes sonegadores de impostos.

Assessoria de Comunicação MST / Estrategizando 

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