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Secção TSD dos médicos PSD e a contratação de jovens médicos

por Joffre Justino

A secção TSD dos médicos que usa como marca a denominação Sindicato Independente dos Médicos SIM,  tinha de vir a terreiro destilar ódio ao SNS perante a contratação dd 482 médicos recém especialistas.

Esta marca não vê claro entusiasmo no anúncio da abertura deste concurso e acusa mesmo o Governo de estar a fazer “propaganda”, por ser na verdade uma  “arma de arremesso” face à marca SIM .

Desvalorizando claro so podia Jorge Roque da Cunha explicou que muitos – “mais de um terço” – dos lugares anunciados não vão ser preenchidos “dada a falta de investimento no Serviço Nacional de Saúde, não só em termos de recursos humanos, salários e infraestruturas”, à qual se juntam as propostas “mais aliciantes” de governos estrangeiros e privados relevando uma total falta de argumentação e a absoluta incapacidade em dizer ainda bem para as e os Cidadãos que é o que se espera de quem prestou o julgamento de Hipocrates

E lá vem a ameaça tipica passospórtista  “emigrem” “Há muitos colegas, particularmente do Norte do país, que vão sair do Serviço Nacional de Saúde. Vir para Lisboa, vir para Oeiras, vir para Sintra com o preço das rendas e com o custo de vida” é difícil para os médicos, explica Roque da Cunha.

“Só esperamos que isso não sirva de arma de arremesso contra os médicos, que parece que estão aqui a desdenhar de algo que é tão simpaticamente oferecido”, atira o representante tsd da marca SIM vendo falhadas as expectativas de total privatização da Saude 

O aviso de abertura de procedimento concursal para médicos recém-especialistas de Medicina Geral e Familiar e de Saúde Pública foi publicado esta madrugada em Diário da República.

e a contratação de jovens médicos

A secção TSD dos médicos que usa como marca a denominação Sindicato Independente dos Médicos SIM,  tinha de vir a terreiro destilar ódio ao SNS perante a contratação dd 482 médicos recém especialistas.

Esta marca não vê claro entusiasmo no anúncio da abertura deste concurso e acusa mesmo o Governo de estar a fazer “propaganda”, por ser na verdade uma  “arma de arremesso” face à marca SIM .

Desvalorizando claro so podia Jorge Roque da Cunha explicou que muitos – “mais de um terço” – dos lugares anunciados não vão ser preenchidos “dada a falta de investimento no Serviço Nacional de Saúde, não só em termos de recursos humanos, salários e infraestruturas”, à qual se juntam as propostas “mais aliciantes” de governos estrangeiros e privados relevando uma total falta de argumentação e a absoluta incapacidade em dizer ainda bem para as e os Cidadãos que é o que se espera de quem prestou o julgamento de Hipocrates

E lá vem a ameaça tipica passospórtista  “emigrem” “Há muitos colegas, particularmente do Norte do país, que vão sair do Serviço Nacional de Saúde. Vir para Lisboa, vir para Oeiras, vir para Sintra com o preço das rendas e com o custo de vida” é difícil para os médicos, explica Roque da Cunha.

“Só esperamos que isso não sirva de arma de arremesso contra os médicos, que parece que estão aqui a desdenhar de algo que é tão simpaticamente oferecido”, atira o representante tsd da marca SIM vendo falhadas as expectativas de total privatização da Saude 

O aviso de abertura de procedimento concursal para médicos recém-especialistas de Medicina Geral e Familiar e de Saúde Pública foi publicado esta madrugada em Diário da República.

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