Home Opinião A vida no planeta em risco, a Terra

A vida no planeta em risco, a Terra

por Joffre Justino

O ex-primeiro-ministro português e atual secretário geral da ONU, recordou que o globo está numa “encruzilhada crucial” e que “milhões em todo o mundo, entre eles muitos jovens”, estão a pedir para os líderes mundiais “fazerem mais” e pediu a todos os países do planeta para “ultrapassarem” as suas divisões e chegarem a um “entendimento” para lutar contra as alterações climáticas

“Exorto todas as partes a ultrapassarem as suas atuais divisões e a encontrarem um entendimento comum sobre” a questão da luta contra as alterações climáticas, disse António Guterres, esta segunda-feira, na sessão de abertura da Cimeira sobre as alterações Climáticas, conhecida como COP25, a decorrer até 13 de dezembro em Madrid capital colonialista na Europa de europeias nações como sabemos inseridas à força nas Espanhas.

O secretário-geral das Nações Unidas fez um apelo aos representantes de mais 170 países presentes, contando com 50 chefes de estado e de Governo presentes, como, António Costa, “para que aumentem” a sua “ambição e urgência” na luta contra o problema já que é,”imperativo que os Governos aumentem substancialmente a sua ambição”, repetiu António Guterres durante a sua intervenção, concluindo que, se não for feito o esforço suficiente, “o impacto em toda a vida no planeta será catastrófico”.

Durante esta 25.ª Conferência das Partes (COP25) são esperadas delegações de 196 países, assim como os mais altos representantes da União Europeia e várias instituições internacionais, o que pressupõe “a totalidade dos países do mundo”, de acordo com o Governo espanhol, que organiza a reunião.

O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, presidiu ao lado de Guterres à sessão de abertura da cimeira, que tem como lema “É tempo de atuar”.

O Governo espanhol avançou com a proposta de organizar a grande conferência anual sobre Alterações Climáticas e conseguiu ter tudo pronto para a sua inauguração, em Madrid, apesar de a presidência da reunião continuar a pertencer ao Chile, o que, só por tal levanta sérias duvidas quanto aos resultados da reunião em si pois quem despreza os seus desprezará ainda mais a Natureza envolvente 

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