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O fascismo na Bolivia

por Nardia M

As ameaças  do governo de facto na Bolivia impediram  que a delegação da Argentina aprofundasse  mais a violação de direitos  humanos, sociais e políticos neste país.

equipa multidisciplinar da delegação argentina na Bolivia denunciou com base em provas  e testemunhos  recolhidos nos últimos dias, que o governo de facto está a cometer  “delitos de lesa humanidade” desde a ascensão ao poder  de Jeanine Áñez. 

As ameaças do governo de facto na Bolivia e dos seus  grupos de choque impediram  que a missão argentina aprofundasse  mais as actuais violações de direitos humanos, sociais e políticos neste país.

Em especial o grupo de profissionais e  dirigentes sociais apontaram Arturo Murillo, ministro de Governo da autoproclamada presidenta Jeanine Áñez, como autor de ameaças explícitas contra a sua busca  de informação 

“Anden con cuidado porque los estamos siguiendo” foram as palavras que o ministro do Governo de facto de Bolivia, Arturo Murillo, usou para ameaçar a delegação argentina de organismos sociais de direitos humanos.

Na sua estadia na Bolivia, os membros da delegação viveram uma perseguição constante pelo governo de facto para que não se mostrassem os casos de violacoes de direitos humanos, como a tortura, detenções ilegales, feridos, violações sexuais entre outros casos

O grupo independente foi à cidade de Santa Cruz e  seguiram  para  La Paz com o objetivo de estudar os abusos cometidos contra l

a população.

Neste grupo de activistas estão Leonardo Pérez Esquivel, filho  do premio Nobel da Paz, Adolfo Pérez Esquivel. 

No aeroporto de Santa Cruz foram demorados e interrogados pela Polícia, e também insultados e agredidos por um grupo de manifestantes de ultradireita que seguem  Luis Fernando Camacho.

Ficamos no Estrategizando a aguardar a reação da UE quanto a estas fascistas violações! 

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