Home Cidadania Agora copiamos o Parlamento europeu como se na JF de nenhures copiássemos o Parlamento nacional ?

Agora copiamos o Parlamento europeu como se na JF de nenhures copiássemos o Parlamento nacional ?

por Joffre Justino

Só pode pois nazismo e comunismo foram arrebatar os debates na Assembleia da República aprovando o voto de condenação do PS de todos os regimes totalitaristas e rejeitando os votos de Iniciativa Liberal, Chega, CDS e PCP. 

O Debate aqueceu com acusações de bancada para bancada e tudo porque no Parlamento europeu um qualquer grupo dito dos europeus fez aprovar moção idêntica?

No Estrategizando achamos este tempo perdido um autentico tempo perdido, ao que parece provocado pelos partidos das Direitas liderados no caso por Telmo Correia, do CDS,  que reconheceu que o primeiro voto em análise foi, só podia do Iniciativa Liberal, mas que os próprios centristas se associavam à resolução aprovada no Parlamento Europeu.

Valeu lembrar a Telmo Correia deputado centrista que as ansias democrática foram por ele e pelas Direitas esquecidas em Angola, no Brasil,  nas ofensivas direitistas na Venezuela, na Colombia e por aí fora sem esquecer a Guiné Equaterial sempre escondida!

Dizer que “não há regimes totalitários bons ou menos maus” lembrando os milhões de vítimas de regimes de figuras que vão de Hitler a Kim Jong Il passando por Mussolini, Estaline ou Mao Tsé-Tung. “Assassinos que merecem condenação”, como referiu Telmo Correia para esconder as realidades quer as salazarentas quer as hodiernas atrás referidas só releva os complexos de inferioridade de uma elite que aceitou ser o capacho de um ditador incompetente com 60km de autoestradas feitos em 48 anos de ditadura 

Nao contestámos a rejeição de todos os  terrores dos multiplos totalitarismos que a Humanidade viveu mas como entre nós um de nós ate esteve preso em cadeias fascistas e também em cadeias comunistas não necessitamos destes folclores ditos europeus que escondem os dramas da Grécia pós guerra ou da ditadura militar, ou tudo o que se viveu nos Balcãs, ou que se vive agora entre totalitarios para vergonha de qualquer judeu ou palestino democrsticos ali naqueles lados de Jesus Cristo e Maomé onde se morre da forma mais estupida !

Claro que Estaline foi um horror mas tambem o foi a ofensiva das potencias europeias anti revolução russa dos tais “brancos” contra vermelhos ou a violencia franco americana no Vietnam, Laos, Cambodja e por aí fora!

Ja nem vale a pena recordar os gravíssimos e desnecessários erros do império portugues que quase anulam a sua virtualidade por unir Povos diversos porque então valeria recordar como nas Direitas e em algumas Esquerdas se louvam os derrotados das guerras coloniais e se anulam os vencedores refratarios desertores  e combatentes anticoloniais !

E citemos Joao Oliveira do PCP, “Torna-se cada vez mais claro que PSD e CDS estão a fazer a opção de cobrir por cima o caráter mais reacionário e mais reacionário desses seus sucedâneos”, sublinhando que estes partidos o estão a fazer à boleia de uma “operação de branqueamento do fascismo e do nazismo, que é precisamente a equiparação entre nazismo e fascismo àqueles que lhe deram o combate mais firme”.

Ou Pedro Filipe Soares do BE que diz o partido não está disposto a “reescrever a história” e foca-se no ataque aos centristas. “Telmo Correia começou por reconhecer que quem guia o CDS é a Iniciativa Liberal”, começa por dizer o líder parlamentar bloquista, realçando ainda: “Pobrezinho CDS, o que foi e o que é” e vai mais longe como diz a Lusa, dizendo que ao partido “nunca faltou a voz para condenar atropelos aos direitos humanos”, lembrando que tal não aconteceu com o CDS na “situação de Angola”.

Ou na bancada socialista, Constança Urbano de Sousa notou que o PS “optou por apresentar voto próprio sobre esta matéria a condenar todos os regimes totalitários, independentemente da sua natureza”. No entanto, a socialista nota que é dever dos parlamentares “não entrar em equiparações simplistas e, sobretudo, equiparações que possam entrar num revisionismo histórico qualquer”. Nota a antiga ministra que não esquecendo outros regimes, não é possível “escamotear a natureza do nazismo”.

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