Home Ambiente Um recado urgente António Costa – o aquecimento global

Um recado urgente António Costa – o aquecimento global

por Nardia M

Dizem os cientistas que três quartos dos compromissos assumidos pelos países subscritores do Acordo de Paris sobre alterações climáticas parecem ser  insuficientes ou inatingíveis e não reverterão os efeitos das emissões de gases poluentes, diz um estudo, promovido pela Fundação Ecológica Universal, uma organização não-governamental norte-americana, se não houver “mudanças radicais” o mundo viverá com mais 1,5ºC dentro de uma década, ainda que, para este limite, tenha sido fixada uma redução de 50% das emissões poluentes até 2030.

Trata-se de um grave aviso que deverá ser relacionado com dois elementos centrais em Portugal – a péssima gestão das águas e o peso em seis dos doze meses de outra tanta população quanta a portuguesa numa pressão adicional sobre os lusos recursos naturais e o ar e a água 

O Acordo de Paris, de 2015, fixou como meta a contenção do aquecimento do planeta “claramente abaixo dos dois graus” Celsius em relação aos níveis da era pré-industrial, se possível até 1,5 graus, tendo os países signatários se comprometido com medidas nacionais, a rever a cada cinco anos.

Estamos a um ano de ser feita a primeira revisão, e os autores deste estudo avaliaram os compromissos já assumidos para ver se permitiam, na melhor das hipóteses, atingir até 2030 a redução de 50% das emissões de gases com efeito de estufa, a principal causa do aquecimento global e assumem que tudo corre mal sobretudo depois do abandono dos Acordos de Paris pelos EUA de Trump. 

 Diz um cientista  que “Os compromissos não são suficientes para atingir os objetivos e alguns dos compromissos não serão alcançados”, segundo a AFP, no caso o químico britânico Robert Watson, primeiro autor do estudo e ex-coordenador do Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas da ONU que esperamos ter curticulum suficiente para pôr o governo a pensar o quão insuficiente é Matos Fernandes para o cargo de ministro do Ambiente 

Segundo o estudo, promovido pela Fundação Ecológica Universal, uma organização não-governamental norte-americana, se não houver “mudanças radicais” o mundo viverá com mais 1,5ºC dentro de uma década, ao contrário dk  fixado – uma redução de 50% das emissões poluentes até 2030.

No Estrategizando e antes nos Amigos da Terra, na Fetese e no Departamento de Ambiente da UGT fomos avisando dos riscos que hoje todos falam e tão poucos procuram eliminar.

Temos mais que estes quatro maiores poluidores – China, Estados Unidos (que já o dissémos “rasgou” o Acordo de Paris), a União Europeia e a Índia – que representam 56% das emissões mundiais. Diz-se e nós duvidamos que a União Europeia (que representa 9% das emissões mundiais) está em vias de cumprir, bastando olhar para os caso  WV para duvidarmos com fortes razões, as suas metas,  ( dizem até que a UE as superaria) com uma trajetória de diminuição de 58% das emissões em 2030, face ao compromisso de pelo menos 40 por cento.

Mas atenção, os autores do estudo estimam que pelo menos 130 países, incluindo os quatro maiores poluidores, “estão longe de contribuir para a redução de 50% das emissões mundiais até 2030, necessária para limitar o aquecimento em 1,5 graus acima dos níveis pré-industriais”.

Num artigo publicado esta terça-feira na revista BioScience, mais de 11 mil cientistas advertiram que a humanidade está exposta ao sofrimento se não atacar rapidamente, e de forma séria, a “crise climática” aviso que parece não estarmos a levar a sério ! 

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