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Trump, o fascismo ambiental em ação

por Joffre Justino

Donald Trump tem sido o “expert” contra o Acordo de Paris, por achar que este acordo é insustentável para a economia do país, já que também nega a ciência e assim nega veemente que as alterações climáticas sejam resultado da acção humana.

Eis porque ontem, segunda-feira,  o secretário de Estado Mike Pompeo informou, via o habitual Twitter, que os Estados Unidos iniciaram o processo formal para saírem do Acordo de Paris. 

Dizendo que os Estados Unidos têm “orgulho no seu registo como líder mundial na redução de todas as emissões, estimulando a resiliência, fazendo crescer a economia e assegurando a energia para os cidadãos.”, avança assim para a loucura e suicida atitude de desprezo das gerações vindouras!

Já na sua campanha eleitoral, Trump era um opositor à ideia de que as alterações climáticas são provocadas por intervenção humana, colocando os trabalhos científicos sobre o tema em causa apoiado nas rézinhas dos seus fascistas evangélicos.

O Acordo de Paris estabelece medidas de redução dos gases com efeito de estufa para entrarem em vigor a partir de 2020. O principal objectivo é o de conter o aquecimento global abaixo dos 2ºC, alem de promover o desenvolvimento sustentável.

A saída definitiva do Acordo de Paris por parte dos Estados Unidos deverá estar concretizada dentro de um ano.

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