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Uma Sociedade sem plástico não reutilizável

por Joffre Justino

Não fora o PAN reconheçamo-lo e o Governo com este ministro do não quereria abolir até ao final de 2020, os plásticos não reutilizáveis e não pretenderia definir um horizonte próximo ainda não concretizado para a abolição progressiva de outras utilizações do plástico.

Mas o PAN existe, tal como o PEV, tal como o Livre  e António Costa, irá abolir até final do próximo ano, antecipando em um ano a aplicação da diretiva europeia, plásticos como por exemplo pratos, copos ou talheres de plástico, palhinhas ou cotonetes.

O Governo irá incentivar  as empresas a assumirem compromissos voluntários de eliminação ou redução do plástico utilizado nas embalagens de produtos de grande consumo, designadamente no setor alimentar e ainda tornar a separação obrigatória de resíduos em todos os serviços da Administração Pública e empresas do Estado”.

O Governo pretende ainda  “lançar um programa nacional”, incluindo um plano de comunicação que tenha em consideração diferentes faixas etárias da população”.

Sendo os resíduos uma ineficiência do sistema económico e num contexto em que a escassez de recursos tenderá a agravar-se, o Governo considera que “a gestão de resíduos deverá evoluir para uma melhor segregação e extração de materiais, aumentando a sua qualidade” para garantir “a reintrodução e a substituição de matérias-primas, numa lógica circular. É esta a prioridade da política europeia e deve ser também a prioridade nacional, suscitando oportunidades para a geração de valor acrescentado e a criação de emprego”.

O Programa do XXII Governo Constitucional hoje aprovado em Conselho de Ministros apresenta uma estrutura semelhante à do programa eleitoral do PS, mas diferente da tradicional organização temática por ministérios que caracterizou programas de outros executivos e este programa segundo a Lusa com 191 páginas, é apresentado um capítulo com quatro objetivos de curto e médio prazo, denominado “Boa Governação: Contas certas e convergência, investimento nos serviços públicos, melhoria da qualidade da democracia e valorizar as funções de soberania”.

Após este primeiro ponto, o programa está depois dividido por quatro áreas temáticas: alterações climáticas, demografia, desigualdades, e sociedade digital.

Lusa/ Estrategizando 

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