Home Nacional Geringonça: Jardim de Rosas?

Geringonça: Jardim de Rosas?

por Joffre Justino

Recordando o que se ouvia nos meios politicos ha uns bons 40 anos, achamos uma canção que diz que a revolução nunca foi um jardim de rosas. que na revolução não vivemos cercados somente por umas  poucas roseiras! 

 Pois hoje o Bloco de Esquerda entendeu dizer que a relação com o PS “nunca foi fácil”, e recusou que a perda de votos e a falta de um acordo de maioria parlamentar possam ser encarados como uma derrota do partido recusando assim 3 coisas – a) nas Esquerdas nunca houve relações fáceis e o erro foi sempre imaginar que sim; b) uma perda de votos é sempre uma derrota em especial se nos confrontamos com 56% de nao votos no universo eleitoral, porque estao de fora do sistema 56% de eleitores; c) ninguem viu que PS, PCP e BE se tenham esforçado muito para que acontecesse um acordo de Unidade das Esquerdas 

Ao que parece Catarina Martins reconheceu a final da reunião da Mesa Nacional, órgão máximo do partido entre Convenções, que o BE teria preferido a repetição de uma maioria parlamentar negociada para quatro anos, como existiu na anterior legislatura mas, na verdade continuamos no Estrategizando a achar que nas Esquerdas lusas ha muito de visão parlamentarista e muito pouco sentido autocritico e de prospetiva estrategica 

“Como sabem, o BE propôs um acordo de maioria parlamentar, provou ser um instrumento útil capaz de ultrapassar turbulências políticas e capaz de ter horizontes de recuperação de rendimentos. Essa não foi a vontade do PS, que prefere negociar caso a caso, pode fazê-lo, teve votos para o fazer”, afirmou Catarina Martins fazendo por esquecer que as Esquerdas fora dos partidos confiam pouco em decisoes tomadas sob a pressao de  um qualquer PR das Direitas que ainda por cima usou um ridiculo argumento o da reunião do conselho europeu para resolver um Brexit que todos o sabiamos não is poder acontecer 

Escorregar ou fazer por dar o ar de edcorregar ( não interessa para o caso) para viver este dia a dia par (a) lamentar é um jogo bem pouco de elite e muito menos de elite culta e experimentada porque do Brasil dd Bolsonaro ao Reino Unido fa B. jonhson ou à CPLP da Guiné Equaterial sejamos nada de bom está para vir ! 

Mas Catarina Martins prefere dizer,”O PS e o BE são partidos muito diferentes, que trabalharam em conjunto. Nunca foi fácil essa relação e nunca deixámos de assumir a necessidade da convergência quando foi para responder ao que é importante”, ficando-se pela gestao do hoje, do OE do ano, do institucional, esquecendo a ontervenção social a gestao solidaria das organizações a criação enfim de outro modelo de sociedade e na mesma linha Catarina Martins rejeitou a leitura de que o resultado das eleições – com reforço do PS, perda de cerca de 50 mil votos e a falta de um acordo de maioria – possa “saber a derrota” para o BE, e espantem-se 

“Não o vimos assim na mesa nacional do BE, muito pelo contrário. O PS não teve maioria absoluta e, num cenário em que o BE com o desgaste de ter estado numa solução de maioria parlamentar, consegue manter meio milhão de votos e afirmar-se como terceira força política em todo o país”, afirmou.

E vá de esquecer também que houveram os tais 56% de não votos … e no entanto se quiserem procurar os explorados, os desfavorecidos nos votantes irão descobrir que eles estão sobretudo nos … Não Votantes! 

Um pouco mais de estudo do ambiente socio económico e socio cultural e muito muito mais sentido autocritico eis o que exigimos mais que ao BE na verdade a todas as Esquerdas PS, PCP, BE claro, mas mais Livre, MAS,e o MRPP, todos eles, a começarem a cansar-nos pela incapacidade em dialogar em beneficio de ninguem ! 

Joffre Justino 

0 comentário
0

RECOMENDAMOS

Comente

* Ao utilizar este formulário, você concorda com o armazenamento e gestão de seus dados por este site.