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Bolsonaro, no Carnaval, será alvo da Escola de Samba Mangueira como falso Messias

por Nardia M

Bolsonaro será alvo da Escola de Samba Mangueira como falso Messias

A Estação Primeira de Mangueira apresentará este carnaval uma crítica feroz ao avanço da fascização do regime no Brasil com uma letra criada por Manu da Cuíca e Luiz Carlos Máximo, “Favela, pega a visão/Não tem futuro sem partilha/Nem Messias de arma na mão”

Sob o tema “A Verdade Vos Fará Livre”, a escola verde e rosa pretende mostrar como o cristianismo foi possuído  por um discurso intolerante “que nada tem a ver com

a matéria” e acrescenta: “além da menção ao presidente, o samba fala ainda dos desempregados, mistura catolicismo a religiões de matriz afro e condena os “profetas da intolerância”.”

Mas não será apenas a Mangueira, a denunciar a regressão política e social e

Bolsonarista  na Avenida, pois a escola Portela também vai levantar temas da degradação social promovida pelo presidente.

A defender a resistência dos povos indígenas, a Portela vai desfilar com uma composição cuja letra diz: “Índio pede paz mas é de guerra/ Nossa aldeia é sem partido ou facção/Não tem bispo e nem se curva a capitão”. O tema foi definido na última sexta (11)

Nardia M 

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