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A mobilidade das Pessoas

por Joffre Justino

É a primeira vez no aeroporto de Lisboa que sao mais de 30 milhões de passageiros os que em 12 meses, o utilizam de acordo com dados da francesa Vinci, dona da ANA – Aeroportos de Portugal, que transportou 72 milhões de passageiros em todo o mundo no trimestre. Segundo um comunicado divulgado hoje pela empresa, pelo que Lisboa representam perto de 42% fo negocio dos aeroportos da Vinci 

Assim os 72,072 milhões de pessoas passaram pelos aeroportos da Vinci, em todo o mundo, no terceiro trimestre, significaram um aumento de 6,9% face ao período homólogo, pertencendo a maior ‘fatia’ aos aeroportos da ANA, em Portugal, com 18,425 milhões de passageiros.

No topo do tráfego de passageiros nos aeroportos nacionais esteve o aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa (9,190 milhões), seguindo-se o Francisco Sá Carneiro, no Porto (3,990 milhões) e o de Faro (3,464 milhões).

O referido aumento trimestral de 6,7% deveu-se “a uma excelente época turística”, com o aeroporto de Lisboa a beneficiar “do recente acréscimo de destinos”, e o Porto da ligação áerea direta com o Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

Em termos de movimentos comerciais, Lisboa registou um aumento trimestral de 2,0% (para 60.797), o Porto de 7,2% (para 27.746) e Faro de 1,0% (para 21,739).

A segunda maior ‘fatia’ trimestral pertence aos aeroportos da Vinci no Reino Unido, com 15,908 milhões de passageiros transportados, seguindo-se os aeroportos japoneses (13,486 milhões).

Abaixo dos 10 milhões de passageiros estão os aeroportos no Chile (6,187 milhões), França (6,230 milhões), Cambodja (2,180 milhões), Estados Unidos (2,648 milhões), Brasil (1,922 milhões), Sérvia (2,139 milhões), República Dominicana (1,403 milhões), Suécia (691 mil) e Costa Rica (222 mil).

Este crescimento relevando o crescimento da livre ( enfim…) circulação de Pessoas deve ser anotado pois levanta um segundo problema – o não “crescimento tecnológica” dos meios de mobilidade das Pessoas e Bens ainda dominadas pelas petrolíferas  as organizações mais pedradoras que se possa imaginar.

Joffre Justino 

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