Home América Latina Bolsonaro abandona partido que o elegeu e prepara a ditadura no Brasil?

Bolsonaro abandona partido que o elegeu e prepara a ditadura no Brasil?

por Joffre Justino

Na nossa opinião, prepara-se para impor uma ditadura com o apoio de parte dos militares e das seitas evangélicas que sao o seu real suporte socio politico.

Resta saber se a parte militar que  apoia  este candidato a ditador irá continuar esse percurso, se faz o golpe o derruba com ou seu procedimento “legal” e coloca como Presidente o vice Hamilton Mourao ou se impõe uma nova ditadura militar com Bolsonaro como capacho até ver 

Resta saber também o que farão as parcelas da igreja católica e das maçonarias que alinharam, que alimentaram até este retrocesso socio politico, no maior país de Lingua Portuguesa, em nome das estupidas  degradação da Natureza e da concentração da riqueza em poucas mãos e de aberrantes e anti científicos valores racistas e elitistas

Entretanto enquanto se espera pelo passo seguinte dos mandantes que mandam em Bolsonaro o presidente do Partido Social Liberal, Luciano Bivar, ex-partido deste fascista declarou que o Presidente Jair Bolsonaro já não faz parte do partido e que as declarações do chefe de Estado na última terça-feira declaram um ponto final na relação entre os dois, visto Bolsonaro não ter capacidade para levar “a dignidade” da sigla, citando o media G1. 

Bolsonaro disse a um apoiante do PSL, no Recife, para esquecer o partido e pediu-lhe para não divulgar um vídeo, onde citava Bivar, afirmando que o deputado está “queimado”. “Esquece o PSL, ok? Esquece”, declarou o Presidente brasileiro. 

E claro que Bivar afirmou que Bolsonaro “já está afastado” do PSL. “Não disse para esquecer o partido? Está esquecido”, afirmou o presidente do partido, que diz não saber o que vai na cabeça de Bolsonaro mas que quer estar em “paz”. 

Segundo os media brasileiros por detrás da decisão de Bolsonaro

estarão os vários escândalos de corrupção na campanha e a distribuição do fundo partidário, o que Bivar acredita ser uma “falácia”.

Na desorientação vivida o deputado disse ainda que o partido não deixará de apoiar as medidas governamentais e que já existe uma reunião marcada com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, onde Bivar irá reafirmar que o PSL “estará sempre com os ministros” para aprovar matérias importantes para o país certamente procurando salvar-se agora nas mãos de Moro.

“O que pretendemos é viabilizar o país. Não vai alterar nada se Bolsonaro sair, seguiremos apoiando medidas fundamentais. A declaração de ontem foi terminal, ele disse que está afastado. Não estamos em grêmio estudantil. Ele pode levar tudo do partido, só não pode levar a dignidade, o sentimento liberal que temos e o compromisso com o combate à corrupção”, concluiu Bivar.

Note-se que um Presidente sem ligação a nenhuma força política, é algo que não ocorre desde a redemocratização, em 1988.

O presidente da legenda Luciano Bivar (PSL-PE) e outros dirigentes  não descartam a perspectiva de união com outros partidos. 

Por cá, em Portugal,  o Movimento CPLP com Cidadania que desde o principio alertou o governo dos riscos de se silenciar face ao que se vivia então no Brasil, de preparação do impeachment de Dilma Rousseff, que passou pelo golpe de Cunha fazendo-se eleger leader parlamentar da CPLP, avisa de novo este novo governo e esta nova AR quanto às graves consequências de deixar seguir o golpe dos bolsonaristas até à ditadura fascista que por lá não poucos das elites desejam 

Joffre Justino

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