Home África A UE apoia Angolana gestão da água e na agricultura

A UE apoia Angolana gestão da água e na agricultura

por Joffre Justino

A UE tem vindo de há um ano para cá a apoiar o Projecto de Fortalecimento da Resiliência e da Segurança Alimentar e Nutricional em Angola, conhecido por Fresan , criado para a redução da fome, e o reforço sustentável da agricultura, nas províncias da Huíla, Namibe e Cunene, havendo financiamento de 65 milhões de euros.

Matteo Tonini é o coordenador deste projecto, e divulgou que o financiamento do Fresan ocorre por intermédio do 11o Fundo Europeu de Desenvolvimento, vindo do Plano  de Desenvolvimento Nacional 2013-2017 e os Programas Indicativo Nacional para a Cooperação entre a União Europeia e a República de Angola, 2014-2020, e Estratégico de Cooperação, PEC, Portugal-Angola.

O Instituto de Cooperação e da Língua Portuguesa anunciou, a apresentação de propostas de projectos a serem subvencionados no âmbito do Projecto Fresan, com subvenções que contemplam o acesso à água, a promoção da segurança alimentar e nutricional e pequenas iniciativas de transformação e comercialização.

Este Projecto Fresan privilegia a água para o consumo humano, gado e irrigação das propriedades agrícolas, para garantir a segurança alimentar e nutricional, “O investimento central deve ser realizado em infra-estruturas e modelos de gestão da água, pois o objectivo é garantir o seu maior acesso, como âncora para o desenvolvimento agrícola, apoio aos criadores de gado destas três províncias e melhoria da saúde e nutrição da população”, disse Matteo Tonini, o coordenador do Fresan que destacou como ações elegíveis neste projeto  a construção e reabilitação de sistemas de captação e retenção de água, desenvol- vimento de iniciativas de retenção e apro- veitamento de águas pluviais, bem como a implementação de modelos de gestão de sistemas de abastecimento e distribuição de água para fins agrícolas e construção ou reabilitação.

Nesse domínio serão, também, valorizados os esquemas de transferências sociais na modalidade de dinheiro por trabalho (“cash for work”) e o envolvimento da comunidade nas actividades a desenvolver, “Estas acções, explicou Matteo Tonini, devem representar o foco e podem ser complementadas, entre outras, com as de desenvolvimento da actividade agrícola, capacitação de associações ou coo- perativas de produtores e de instituições públicas responsáveis pela extensão rural e apoio veterinário”.

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