Home América Latina Não isolem o fascismo Bolsonarento não ! (até um hino nazi usa no dia da Independência do Brasil)

Não isolem o fascismo Bolsonarento não ! (até um hino nazi usa no dia da Independência do Brasil)

por Joffre Justino

É nos gestos e gostos musicais que se marca uma posição e os militares fascistas do Brasil  fizeram-no mostrando como sao pouco brasileiros como sao submissos aos poderosos de fora com a canção de soldado nazis a abrir o desfile dos Fuzileiros Navais no 7 de Setembro conforme relatou o Repórter Brasília !

Depois da filha de um búlgaro e do filho de um libanês, a faixa presidencial brasileira será usada pelo bisneto de um italiano. 

Ajuda a entender tal busca de mitos e ritos fascistas , esta busca pelas origens de Bolsonaro que vem de algumas cidades do Vêneto, enfim do fascismo italiano, pois os Bolzonaro, com Z, em sua forma original italiana, estão espalhados, em sua maioria, entre Rovigo, cidade de 60 mil habitantes, Anguillara e San Martino di Venezze, distantes da primeira cerca de 15 km e com cerca de 4 mil habitantes 

Nessa ansiedade da busca de uma inexistente “pureza caucasiana” até a Banda dos Fuzileiros Navais do Brasil decidiu abrir a fase militar do desfile a tocar a música-símbolo dos soldados nazistas na Segunda guerra Mundial, a canção Lili Marleen.

Foi uma canção-hino que a 4ª Divisão Blindada da Wehmacht, Exército Alemão na II Guerra, e  é tida como uma canção símbolo do  nazismo de Hitler.

A canção de 1915 composta por Hans Liep, virou um sucesso com cantora Marlene Dietrich, em 1932, que se exilou nos EUA fugindo dos nazis e em 1938 ganhou uma nova letra de Norbert Schulze, e foi gravada pela cantora Lale Andersen sendo esta versão a que foi adotada pelos nazis como canção da saudade da pátria e da família.

E assim nas trincheiras dos montes Apeninos, na Segunda Guerra, os soldados alemães cantavam Lili Marlene, e do lado das forças democráticas os brasileiros entoavam a Canção do Expedicionário (letra de Guilherme De Almeida; música de Spartaco Rossi) que, em vez da melancólica saudade dos alemães derrotados, exaltava a vitória: “Por mais terra que eu percorra, não permita Deus que eu morra sem que volte para lá” canção que a  banda militar dos Fuzileiros brasileiros optou por não cantar 

Estamos pois na CPLP no seu maior país a ser dominados por uns saudosos do nazi fascismo germano-italiano pouco a ver com o republicanismo que uniu ano 1910 o PR brasileiro em barco de guerra no Tejo a assistir à derrocada da monarquia portuguesa!

Joffre Justino

Imagem destaque: Lusa 

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