Home Artes Peter Evans e o lugar longínquo onde o som do trompete nos leva

Peter Evans e o lugar longínquo onde o som do trompete nos leva

por Mafalda Gomes

Ao percorrer a rua do Museu Nacional de Arte Contemporânea ouvem-se melodias que parecem vir de um trompete… Serão dois? Ouvem-se pratos e kicks… Será que é um trompete e uma bateria? A resposta é simples: é só um trompete, mas é Peter Evans quem toca.

O músico e compositor de Nova York, Peter Evans, que neste momento vive em Lisboa, foi o protagonista do último concerto das “Noites de Verão no Museu do Chiado”.

No ano passado o músico realizou dois concertos em Portugal, um em Lisboa e outro no Porto, com a orquestra Jazz de Matosinhos.

Desta vez, apresentou-se sozinho, com os seus trompetes. A multiplicidade de sons, onde se ouvem as suas influências jazz, provenientes do mesmo instrumento; a desconstrução estrutural da música e a capacidade de improviso do artista, tornaram este concerto num caminho narrativo até um lugar longínquo: desassossegado; disruptivo; iminente.

Mafalda Gomes

Foto de destaque: @Estrategizando

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