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BE, PCP e PS Nós Queremos Unidade Nas Esquerdas

por Nardia M

Pela voz do seu secretário-geral, Jeronimo de  Sousa, o PCP anunciou hoje que vai apresentar “medidas urgentes” na área da saúde, como a dispensa gratuita de medicamentos para doentes crónicos e a criação do Laboratório Nacional do Medicamento “Sendo a nova Lei de Bases da Saúde um importante instrumento para a defesa e reforço do Serviço Nacional de Saúde (SNS), a resolução dos problemas que se mantêm no acesso dos portugueses aos cuidados de saúde, exigem um conjunto de medidas urgentes, como as que o PCP apresentará brevemente”, disse e que nos merecem no Estrategizando, toda a atenção! 

A “dispensa gratuita” nas unidades de saúde do SNS e nas farmácias dos medicamentos para os doentes crónicos e para as famílias com carência económica, e para os doentes com mais de 65 anos, são algumas das medidas que vão ser apresentadas pelos comunistas, bem como o “aumento da disponibilidade” dos medicamentos genéricos e a “criação” do Laboratório Nacional do Medicamento.

O secretário-geral do PCP, num almoço convívio de simpatizantes da Coligação Democrática Unitária, CDU. em Alter do Chão, no distrito de Portalegre, lançou ainda no decorrer do seu discurso várias críticas aos governos liderados nos últimos anos pelo PS e PSD em coligação com o CDS-PP.

Em relação ao Governo liderado por António Costa, Jerónimo de Sousa voltou a “clarificar” que “não há nenhuma maioria de esquerda”, o que lamentavelmente é verdade e é da responsabilidade de toda a desunida Esquerda ( é o que temos ao contrsrio do mil vezes dito pela sra Cristas, “ E quando há por aí quem queira confundir situações e amalgamar tudo em matéria de responsabilidades governativas, é preciso continuar a clarificar para que não haja confusões. Não há nenhuma maioria parlamentar nem nenhum Governo de esquerda ou de maioria de esquerda, nem tão pouco há Governo apoiado pela CDU”, uma verdade que so lamentamos e que é da responsabilidade principalmente de todos nós e a seguir do PS.

Para o secretário-geral do PCP, há medidas de um Governo que se forem justas e a favor do povo “são apoiadas” e há medidas que se forem negativas e prejudiciais ao país são “combatidas e recusadas” pelos comunistas o que significa que as Esquerdas continuarão infelizmente a saber a este pouco de 50% de 40% ( máximos) isto é 20% do total de eleitores, pouco muito pouco para umas Esquerdas que ja significaram 58% de 60% isto é 34% ( enfim aproximadamente) !

Ao longo do seu discurso, Jerónimo de Sousa defendeu o aumento do salário mínimo nacional para 850 euros, assumindo ainda o “compromisso” de propor e de se “bater” para que na próxima legislatura as reformas e pensões tenham um aumento mínimo de 40 euros.

Jerónimo de Sousa, segundo a Lusa que também criticou a situação no BES, considerando tratar-se de um “poço sem fundo”, apelou ainda nesta deslocação a Alter do Chão ao voto na CDU nas próximas eleições legislativas, em outubro.

Joffre Justino 

Imagem destaque: Lusa 

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