Home CPLP Formação? “Pois nós disponibilizamo-nos solidariamente”

Formação? “Pois nós disponibilizamo-nos solidariamente”

por Nardia M

Foi o que os responsáveis de uma cooperativa de formadores nos disseram quando souberam do apoio financeiro abaixo a Sao Tomé e Principe por entenderem como é insuficiente este valor que corresponde ao financiamento de umas meras duas turmas de uma escola profissional em Portugal ( falhando ainda 20 mil euros para o valor acima)  

Assim, estariam em equipas de 2 formadores uma semanas / equipa somente pela estadia 

Na verdade Portugal disponibilizou cerca de 140 mil euros a São Tomé e Príncipe para o desenvolvimento de um programa de formação de um ano, para diversos setores do Ministério da Justiça, Administração Publica e Direitos Humanos disponibilidade saudável mas mesmo muito insuficiente 

Estes dois países da CPLP assinaram hoje um protocolo de cooperação para a execução deste programa de formação que abrange, nomeadamente, a Polícia Judiciária, funcionários judiciais e do Ministério Publico, serviços prisionais e medicina legal, durante o período de 2019 a 2020.

O documento foi rubricado, na capital são-tomense, pela ministra da Justiça, Administração Pública e Direitos Humanos, Ivete Lima, e pelo vice-presidente do Instituto Camões, Gonçalo Gomes, em cerimónia testemunhada pelo embaixador português, Luís Gaspar da Silva.

“A assinatura deste protocolo é mais um sinal do compromisso de Portugal para com São Tomé”, disse Gonçalo Gomes, considerando o programa de formação como “um investimento no futuro e no desenvolvimento sustentável de São Tomé e na estabilidade democrática” do país.

A ministra da Justiça, por sua vez, defendeu que a cooperação entre Portugal e São Tomé e Príncipe nas áreas do seu pelouro é “uma das mais importantes” entre os dois países.

Ivete Lima sublinhou que o financiamento por Portugal deste programa de formação permitirá ao seu ministério “cumprir alguns objetivos do desenvolvimento sustentável”, sublinhando que irá permitir “ter uma justiça mais célere, mais moderna e devolver um pouco a credibilidade dos cidadãos nos sistemas judiciais”.

Como dizemos acima é uma  boa e solidaria medida mas insuficiente medida e por isso iremos enviar à S.a Ex.a a Ministra da Justiça a disponibilidade da referida Cooperativa que pretende nao fazer publicidade do seu nome o que nos parece bem positiva e num importante contexto de Responsabilidade Social 

Nardia M.

Imagem destaque: Lusa

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