Home América Latina Depois de Cunha, Temer, depois de Temer Aécio

Depois de Cunha, Temer, depois de Temer Aécio

por Antonio Sousa

“ Dia 15 de agosto, quinta-feira. Este é o prazo dado pela nova direção do PSDB a Aécio Neves para ele se mexer.Se nos próximos quatro dias, o enrolado ex-presidente tucano não pedir licença, dezenas de diretórios da legenda Brasil afora vão pedir sua expulsão. Os novos dirigentes do PSDB preferem uma saída sem conflito. Para isso, Aécio terá que se afastar. Mas até onde se sabe, ele tem dito que vai resistir”, informa o jornalista Lauro Jardim, segundo o media brasileiro 247.

Na realidade os diversos escândalos de corrupção, em que está envolvido atrapalham o projeto presidencial do governador tucano João Doria e assim o conselho de ética do PSDB que julga os processos contra membros do partido estará funcional dentro de dez dias.

Recorde-se que  em julho, o diretório municipal de São Paulo apresentou uma moção pedindo a expulsão do mineiro Aécio.

Divulgada nesta sexta-feira, 9, pelo presidente nacional do partido, Bruno Araújo (PE), durante o encontro estadual de gestores municipais do PSDB em Minas Gerais tudo indica que Aécio será o terceiro a cair de entre os que lideraram o ilegal impeachment de Dilma Rousseff 

Mas as novas regras preveem, por exemplo, que para expulsão de um filiado (seja por corrupção, improbidade administrativa dolosa ou racismo e casos de violência contra mulher, idosos, criança), é necessário que haja uma decisão judicial, transitada em julgado e Aécio se é réu em vários processos, incluindo acusação de corrupção, Aécio Neves ainda não foi julgado pela Justiça. 

“O ex-senador, ex-governador, deputado Aécio Neves tem da minha parte, e de grande parte do partido, uma relação de absoluto respeito pela sua história, pelo que fez com o Brasil, pelo que fez com Minas. Vai ser tratado com absoluto respeito, especialmente da minha parte, fazendo com que a regra do jogo siga democraticamente”, disse Araújo sendo que  os aliados de Aécio, a ala paulista estaria tentando criar “um tribunal de exceção”.

No mesmo mês, o diretório municipal da capital paulista elaborou uma moção pedindo a expulsão do deputado mineiro. 

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