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CARACTERÍSTICA DE FACTORES DE ORIENTAÇÃO MOTIVACIONAL E AUTO ESTIMA…

por Editor

CARACTERÍSTICA DE FACTORES DE ORIENTAÇÃO MOTIVACIONAL E AUTO ESTIMA EM ATLETAS DAS SELECÇÕES OLÍMPICOS E PARAOLÍMPICOS DE MOÇAMBIQUE

Hermenegildo Alberto Machoi* &

Vicente Alfredo Tembe**

*Academia das Ciências Policiais de Moçambique &

**Universidade Pedagógica de Maputo

RESUMO

O presente trabalho teve como objectivo analisar níveis de orientação motivacional e auto estima dos atletas das seleções olímpicos e paraolímpicos de atletismo, teve como amostra 27 atletas de ambos sexos dos quais 19 atletas olímpicos e 8 paraolímpicos, com idades entre15 a 36 anos M±DP=20,70±4,48. Para colecta de dados foram usados dois instrumentos: o TEOSQ (Taskand Ego OrientationinSportQuestionaire) na versão portuguesa traduzido por Vasconcelos-Raposo (1995) e a Escala de Auto Estima de Rosenberg (1965) adaptadaO TEOSQ de Duda e Nicholls (1989) traduzida por Vasconcelos-Raposo (2011). Os resultados da orientação motivacional revelaram que os atletas apresentam a orientação motivacional para a tarefa com M±DP=4,02±0,26, a orientação motivacional para o ego com M±DP=2,86±0,36, a auto estima negativa com M±DP=3,55±0, a auto estima positiva com M±DP=2,01±0,20. Os níveis de auto estima na globalidade da amostra com Ʃ=27,41, contexto sexo masculino com Ʃ=27,83, contexto sexo feminino com Ʃ=27,07, contexto selecção olímpica com Ʃ=27,42 e selecção paraolímpica com Ʃ=27,38. Os atletas tendem a valorizarem a orientação motivacional para a tarefa e níveis de auto estima alta.

Palavras-chave: desporto paraolímpico, orientação motivacional e auto estima

INTRODUÇÃO

A preparação dos atletas paraolímpicos e olímpicos na modalidade de atletismo tendem a respeitar as particularidade e estarem direccionadas a ganhar índices de superação de performance individual caminho valido para competir com outras e quiçá supera-los em forma de vitórias. Durante a preparação da equipa paraolímpica verificamos a compartilha do mesmo espaço e mesmas filosofias de treino ao estarem na programação anual do Clube Desportivo Matchedje (CDM). Este facto parece contribuir para a implementação da inclusão das pessoas com particularidade o que pode optimizar os aspectos psicológicos de que são exemplos a orientação motivacional e auto estima.

Realmente a motivação é caracterizada como um processo activo, intencional e dirigido a uma meta, a qual depende de factores internos (pessoais) e externos (ambientais) (SAMULSKI, 2002; SALEIRO, 2009). Também é vista como aquela que faz mudanças de comportamento e sem dúvida apresenta uma grande importância para a compreensão da dinâmica do comportamento humano.

No desporto considera-se duas direcções distintas na orientação motivacional ou seja quando o atleta adopta uma meta: orientação motivacional para ego e orientação motivacional para mestria sendo o ponto central a diferenciação das duas orientações conceito de habilidade e esforço (SOUSA, 2006).

Os atletas com orientação motivacional para ego são associados ao individualismo, sua maior preocupação é superar os outros, para alcançarem êxitos são capazes de recorrer aos meio ilícitos (VASCONCELHO-RAPOSO et al., 2013). Enquanto, os atletas orientados para tarefa tem boa capacidade de auto controle e criatividade e assumem o risco em busca da melhoria do seu desempenho, eles associam o sucesso e êxitos ao seu esforço (SOUSA, 2006; ROCHA, 2009).

Numa orientação para tarefa os indivíduos acreditam que a competência é demonstrada com o realce da aprendizagem e mestria enquanto numa orientação para ego é associada a habilidades e coma a sensação de individualismo (OLIVEIRA, 2009).

Os atletas com orientação motivacional para tarefa dedicam seu tempo e esforço na melhoria do seu rendimento e a sua base de avaliação é auto superação (VASCONCELHO-RAPOSO et al., 2013). Estes atletas usam o feedback acerca da sua performance para julgarem a sua própria melhoria.

Uma notória concepção de auto estima é dada por ROSEMBERG & SIMMONS (1972) quando afirmam que a auto-estima é um fenómeno multiface, que reflecte todos sentimentos relativos ao comportamento, aparência física, inteligência com o ‘’Eu’’ emocional e o ‘’Eu’’ social. Dai que a auto-estima é um factor que se forma ainda na infância através dos carrinhos que os indivíduos recebem de pessoas mais velhas, estas experiências são transferidas e fazem se sentir na vida adulta. Porém a auto-estima pode se perder a medida em que a pessoa passa por decepções, frustrações e quando não são reconhecidos os seus feitos. Talvez este facto possa ser encontrado nas pessoas com particularidade motoras de que são exemplo os atletas paraolímpicos.

Existe concepção que consideram a auto estima como avaliação positiva ou negativa que o indivíduo faz acerca dos seus atributos (DORON & PAROT, 2001; SANTOS & MAIA, 2003) e outra concepção considera a auto-estima o sentimento de valorizar o conjunto das características corporais (físicas) e mentais que formam a personalidade (GOMES, 2014; GUERREIRO, 2011).

Ainda a auto-estima é vista como produto de longo processo composto por várias experiências colhidas no contacto com vários contextos, considerando família, escola, clubes desportivos e sociedade no geral com fontes de informações que contribuem na formação do indivíduo (GOMES, 2014). Sendo que, o ambiente familiar tende a ser o que tem grande influência no desenvolvimento da auto-estima (WEBER et al., 2003). Sendo que, BERGER & MCINMAN, (1993) refuta que os indivíduos que praticam exercício físico apresentam níveis mais positivos de auto-estima global quando comparados com indivíduos não praticantes.

MATERIAL E MÉTODO

Findo o enquadramento teórico e orientação motivacional, auto estima e respectivos estudos relacionados com o desporto apresentamos procedimentos metodológicos adoptados.

Sujeitos

Para realizar este trabalho, foram inqueridos 27 atletas da modalidade de atletismo dos quais 19 são atletas olímpicos e 8 são atletas para-olímpicos dos quais 12 masculinos e 15 femininos com idades M±DP=20,70±4,48 residentes na cidade de Maputo. Os atletas pertencem ao Clube Desportivo Matchedje sob orientação de um técnico, dois guias para os cegos, um psicólogo desportivo e um agente da saúde.

Instrumentos

Para realização deste trabalho foram usados dois instrumentos o TEOSQ (Taskand Ego OrientationinSportQuestionnaire) adaptado por VASCONCELOS-RAPOSO, (1995) e Escala da Auto-estima (EAE) adaptado de Rosemberg (1965) por VASCONCELOS-RAPOSO (2011). A pontuação do TEOSQ obedece (1) Discordo totalmente, (2) Discordo, (3) Nem Concordo, (4) Concordo e (5) Concordo totalmente).

A pontuação das respostas EAA varia de acordo com o facto de os itens se encontrarem ou não revertidos (1 – Concordo Completamente; 2 – Concordo; 3 – Discordo; 4 – Discordo Completamente). A auto-estima global é calculado procedendo à soma dos valores obtidos em cada um dos seus indicadores em que o valor total da escala de Likert de 1 a 4 e que proporcionam a soma que situa-se entre 10 e 40 pontos. Sendo que, os valores ditam os níveis de alta a baixa auto estima.

Variáveis

Constituem variáveis dependentes do presente estudo as dimensões de TEOSQ (Taskand Ego OrientationinSportQuestionnaire) (terefa e Ego) e EAE (Escala de Auto estima) (Auto estima positiva e negativa). Sendo que, as variáveis independes são sexo, tipo de selecção (olímpica e paraolímpica)

Estatística

A estatística descritiva foi feita com recurso a M±DP de dados de orientação motivacional e auto estima. Ainda na auto estima foi calculada a soma das médias dos indicadores para identificação de nível auto estima alta, média ou baixa.

RESULTADOS

Os resultados de orientação motivacional e auto estima extraídos com recurso à estatística descritiva estão explanadas nas tabelas 1, 2 e 3.

Em relação a orientação motivacional nos contextos global, sexo e tipo de selecção verificamos níveis de valorização do factor tarefa em detrimento do factor ego (tabela 1).

Tabela-1: Resultados da orientação motivacional (M±DP).

Factor M±DP
Global Masculino Feminino Olímpico Paraolímpico
Ego 2,86±0,39 2,85±0,49 2,88±0,29 2,85±0,41 2,88±0,35
Tarefa 4,02±0,26 3,99±0,29 3,90±0,50 3,98±0,32 4,09±0,30

Os valores do factor tarefa, quando conjugados com a valorização assumida na escala de Likert, remetem à resposta “4-Concordo” enquanto o factor ego encontra-se a ao nível de “3-Nem concordo”.

Com recurso aos procedimentos da valorização dos indicadores de auto estima, onde os itens são valorizados inversamente, há uma ligeira tendência de valorização de auto estima positiva em relação a auto estima negativa o que revela que este grupo apresenta bons níveis de autoconfiança.

Tabela 2– Resultados da auto-estima (M±DP).

Factor M±DP
Auto estima   Global Masculino Feminino Olímpico Paraolímpico
Positiva 2,01±0,20 2,15±0,26 2,89±0,2 1,98±0,2 2,08±0,282
Negativa 3,47±0,88 3,55±0,81 3,41±0,91 3,45±0,9 3,53±0,81

A auto estima pode ser declarada baixa, média ou alta, no presente estudo  tabela 3, foram encontradas soma seguintes: global Ʃ=27.41, masculino Ʃ=27.83, feminino Ʃ=27.07, atletas olímpicos Ʃ=27.42 e atletas paraolímpicos Ʃ=27.38 (Tabela 3).

Tabela 3: Característica de valorização dos indicadores de auto estima

Indicadores Global Masculino Feminino Olímpica Paraolímpica
AE1 2.15 2.42 1.93 2.11 2.25
AE2 3.33 3.25 3.40 3.32 3.38
AE3 2.33 2.42 2.27 2.11 2.88
AE4 1.89 1.92 1.87 2.00 1.63
AE5 3.26 3.42 3.13 3.37 3.00
AE6 4.37 4.42 4.33 4.53 4.00
AE7 1.85 1.83 1.87 1.68 2.25
AE8 2.00 2.08 1.93 2.05 1.88
AE9 4.41 4.17 4.60 4.37 4.50
AE10 1.81 1.92 1.73 1.89 1.63
Total 27.41 27.83 27.07 27.42 27.38

De acordo com o corte estabelecido arrolado na metodologia na base de soma máxima 40 dividido em três partes (baixa, media e alta), os dados situam-se ao nível de auto estima média. 

DISCUSSÃO

Os resultados do presente estudo corroboram com os encontrados por LANGUANE (2016); HIROTA et al., (2011); HIROTA, (2009); CAMARGO et al., (2008); VASCONCELHO-RAPOSO & MAHL, (2005) ao valorizarem a orientação motivacional tarefa.

Como já referido na exploração teórica, os atletas do presente estudo estão focados a desenvolvimento da sua performance e entendem que os seus pares devem merecer o carinho e consequentemente serem valiosos para a sociedade no geral e desporto em particular.

Os paraolímpicos ao assumirem a orientação motivacional para a tarefa demonstram a emancipação social, que, se defende no processo de treinamento inclusivo como são os casos das duas selecções acarinhadas pelo Clube Desportivo Matchedje. Refuta-se que em estudos das orientações cognitivas é de extrema importância ter-se em conta o ambiente familiar e o contexto onde a actividade é desenvolvida.

Os atletas cegos que trabalham com guias tendem a desenvolver a necessidade de cada um recompensar a limitação do outro, o que favorece o ambiente de cooperação nas actividades sociais no geral e de treinamento em particular.

As orientações cognitivas são variáveis que facilmente podem ser manipulados por qualquer um dos intervenientes no contexto desportivo (treinadores, pais, colegas e amigos). No caso em que se exige ao atleta resultados superiores aos dos colegas e não tolera-se as derrotas, está a cultivar um espírito de ganhar a qualquer custo e se os técnicos não valorizarem pequenos ganhos que não resultem em vitória pode promover o desenvolvimento da orientação motivacional para o ego nos atletas.

No contexto dos atletas paraolímpicos, com comportamentos conducentes a orientação motivacional para ego podem causar, até certo ponto, abandono da prática desportiva, pois este factor não promove o desenvolvimento de habilidades.

Há maior probabilidade de os atletas preocupados com aprendizagem prestarem mais atenção nas tarefas que estão a realizar usando como referência para correcções os erros anteriores e potenciar os êxitos, com a consciência de que o resultado é acima de tudo produto de trabalho. A orientação motivacional para tarefa promove melhoria constante de habilidade, persistência de valores importantes para o convívio social.

Os treinadores devem optar por metodologias de treino capazes de criar harmonia mesmo nas modalidades individuais, valorizando os pequenos ganhos em termos de habilidades mesmo quando não resulte numa vitória.

Numa situação que se trabalha com grupos distintos (deficientes e não deficientes) deve se fazer o esforço de reduzir as diferenças no tratamento para reduzir seu impacto entre eles de modo a formar uma equipa homogénea. Quando um grupo acha se homogéneo tem maiores hipóteses de desenvolver orientação motivacional para tarefa e cooperar em todas as actividades, é importante incentivar cooperação mesmo nas actividades extra desportivas.

O homem é um ser social que para obter sucesso necessita de relacionar-se com o meio social, e precisa também de aprender a gerir os fracassos (derrotas) os sucessos (vitórias) acima de tudo saber que fazem parte da vida e não derivam da sorte nem do azar.

A orientação motivacional para tarefa é associado atitudes desportiva, durante a competição, este comportamento pode ser justificado pelo facto de estes atletas apresentarem preocupação com a aprendizagem e consideraram o resultado fruto de habilidade.

Uma orientação para o ego desfavorece o espírito de entre ajuda pois o atleta luta para superar os outros. Um indivíduo com orientação para ego não tem como objectivo superar a si mesmo mas sim superar os outros para ele define o sucesso baseando-se em comparações com colega com objectivo de se sentir superior a eles. Os indivíduos com orientação motivacional para ego tendem a ser menos solidários em atitudes desportivas (VAZ, 2013).

Relativamente aos resultados de auto estima, verificamos a supremacia do factor auto estima negativo. Contudo, quando utilizamos o corte da tabulação preconizada na AE verificamos a tendência mediana da auto estima. Este facto, aceita-se na medida em que existe uma cedência ou compreensão mútuas nos contextos em estudo (sexo e tipo de selecção).

Assume-se que a auto estima manifestada pelos inqueridos deve ter um acompanhamento para que se valorize os indicadores que possibilitam a ascendência a níveis altos de auto estima.

A proximidade dos valores de auto estima positiva (autoconfiança) e negativa (auto depreciação) evidenciada nestes atletas pode estar associada por um lado a questão cultural pois em algumas comunidades moçambicanas os indivíduos são educados a não anunciar avaliação positiva em seu favor. Os indivíduos que no geral não se autovalorizam, mesmo apresentando boas qualidades humanas, são considerados pessoas humildes, no nosso entender essa herança cultural impedem aos indivíduos de fazer uma avaliação positiva perante sua pessoa.

A convivência quotidiana tem-se revelado como um dos factores indispensáveis na construção de auto estima dos indivíduos. A maioria de atletas paraolímpicos sofrerem estigmatização pela sociedade e algumas vezes foram colocados no segundo plano, mesmo dentro da sua própria família, situação que pode ter desenvolvido neles comportamentos apreensivos quando se trata de fazer uma auto-avaliação, apesar de a prática desportiva ter melhorado em grande escala a percepção do seu valor pessoal.

A forma como o indivíduo é tratado contribui para o desenvolvimento de auto estima negativa ou auto estima positiva, o carrinho e outras formas de afecto são considerados como reforço positivo e melhoram a auto estima, comportamento agressivo e ausência de afecto propícia o desenvolvimento da baixa auto estima. Dai, o ambiente desportivo onde o nosso estudo foi realizado deve-se acautelar-se para manter a auto estima que tendem a estar no nível alto (apresentam-se na casa dos 27 pontos que é valor de auto estima média perto de 30 que é o valor inicial da auto estima alta que termina nos 40 pontos).

Realmente a qualidade das relações interpessoais que estabelecem-se no contexto treinamento conjunto (olímpicos e paraolímpicos) é de fundamental importância, pois neste ambiente os atletas estão constantemente (re)construindo conceitos sobre si mesmos e sobre os demais, e com esta construção desenvolvida, existe a possibilidade de elevarem os níveis de auto estima e focarem-se assumirem a orientação motivacional para a tarefa.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A orientação motivacional e auto-estima dos atletas olímpicos e paraolímpicos submetidos num programa inclusivo de treino optimiza níveis psicológicos de prestação aceitáveis o que valida a teoria de desporto inclusivo.

BIBLIOGRAFIA

BERGER, B. G. & MCINMAN, A. (1993).Exercise and the quality of life.In R. SINGER; M. MURPHEY & L. TENNANT (1993).Handbook of Reasearch on Sport Psychology (ISSP).New York: MacMillanPublishingCompany.

CAMARGO, Fausto Pupin, HIROTA, Vinicius Barroso, VERARDI Carlos Eduardo Lopes (2008). Orientação motivacional na aprendizagem esportiva do futsal na escola. Revista Mackenzie de Educação Física e Esporte – 2008, 7 (3): 53-62.

DORON, Roland, PAROT, Françoise (2001). Dicionário de Psicologia, Climepsi editores. Lisboa.

GUERREIRO, Dina Patrícia da Neves Viera (2011). Necessidades Psicológicas De Auto-Estima, Auto-Critica Relação Com Bem-Estar E Distress Psicológico. Dissertação de mestrado.

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