Home Fogos Os do Direito à Vida com a Morte à vista feito Terrorismo do Fogo

Os do Direito à Vida com a Morte à vista feito Terrorismo do Fogo

por Joffre Justino

Mais que curioso, atinge as raias do escândalo,  que aqueles que saem à rua para defender o “direito à vida” batam palmas a greves assassinas, e minimizem em privado e em publico o papel dos assassinos dos fogos na destruição da principal riqueza nacional – a Floresta!

Nao é facil entender, diga-se, a razao destes desvarios anti cristãos em tão catolico país pois argumentar somente com a ganancia do poder para o justificar, sabe a bem pouco 

Por isso nos recordámos da historia, vivida, de um dos presos na capela do Rato, em 1972, aquando de uma vigília contra a guerra colonial na referida capela e que relatamos aqui

Filho de um assumido  fascista quando o pai soube da sua prisão, mesmo que numa capela, foi de imediato à sede da pide dizer,  sim prendam o meu filho e ponham-mo preso um tempinho, para ele aprender,   mas ai de vocês se tocam num seu cabelo que o Marcelo ( o Caetano o padrinho do atual) vos ha de pôr na ordem

Certo certo é que este meu insigne e radical amigo esteve preso mas não foi batido. 

Felizmente, e porque o fascismo luso foi sempre bem menos violento que o franquismo das espanhas aqui ao lado, onde os presos politicos eram tratados a garrote ( isto é, simplificando, o pescoço apertado até à morte por um parafuso).

Mas como nas Espanhas, por cá a morte ( a dos outros), foi por nao poucos idolatrada pelo que estes do dito direito à vida, herdeiros destas gentes da morte amantes,  mal podem escorregam para o seu velho culto da morte, para cujas fogueiras empurraram tantas e tantos que acreditavam na vida, como as bruxas e feiticeiros, e todos os que se atreviam a pensar diferente dessa paixão pela morte.

Pois agora o que está em jogo neste jogo pela morte é o alimentar o medo para pelo medo trazer para o redil os tresmalhados 

Mais que madeireiros, ha este jogo do medo pelo fogo lançado traiçoeiramente para a floresta fazendo-a arder pondo as populações desencantadas divididas descrentes de todos os poderes menos o do medo 

Dai o desvalorizar os assassinos dos fogos para que as autoridades se enervem na busca do insucesso dos fogos nunca terminados

Na nossa opinião estamos em guerra com uma forma especifica de terrorismo e as Forças Armadas alem do combate ao fogo têm de agir militarmente contra este exercito de terroristas e os tribunais têm de entender que é de terrorismo que se trata terrorismo organizado, clandestino, fanatizado 

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