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A Força Aérea está de parabéns

por Joffre Justino

A Força Aérea está de parabéns

Pelo chefe do Estado-Maior da Força Aérea, CEMFA ficámos a saber, hoje, 2ª, 01 de julho, que este ramo das forças armadas salvou mais de 4.100 vidas em 2018, e realizou cerca de 17.500 horas de voo, 40% das quais de âmbito operacional, “Em missões de busca e salvamento realizadas pelas tripulações de alerta, sediadas nas Lajes, no Montijo, em Beja, em Ovar, ou no Porto Santo, cobrindo uma área que ultrapassa os cinco milhões de quilómetros quadrados, traduziram-se num total de mais de 4.100 vidas salvas, das quais 127 desde o dia 01 de janeiro do corrente ano”, contabilizou o general Joaquim Nunes Borrego.

Em 2018, o dispositivo da Força Aérea realizou “cerca de 17.500 horas de voo, expressão máxima do seu produto operacional”, afirmou o CEMFA, acrescentando que, destas, “cerca de 40% em âmbito operacional, não raras vezes, noutras latitudes e em terras de outras bandeiras”, sendo tal recordado no 77º aniversário da Força Aérea, em Viseu, presididas pelo ministro da Defesa, João Gomes Cravinho, o general Joaquim Nunes Borrego considerou ter chegado o momento de refletir sobre quem são e o que têm feito os militares deste ramo, concluindo de seguida: Somos “uma força jovem e moderna repleta de história e memória”.

Joaquim Borrego acrescentou ainda que a FA registou “305 missões de evacuações aero-médicas, desde o início do ano, , mas também junto das forças nacionais destacadas, representam, possivelmente, a parte mais visívele conhecida do esforço diário…Estivemos sempre onde e quando Portugal mais precisou de nós, a FA vive mais em cada missão de transporte de doentes ou de órgão para transplante que realizamos, e da qual resulta uma vida salva …, é satisfação e ao mesmo tempo orgulho no cumprir”, afirmou o general.

Lembrou ainda a presença “nas missões realizadas no âmbito dos compromissos internacionais e o apoio às forças nacionais destacadas no Iraque, no Afeganistão, na República Centro Africana e os destacamentos no leste europeu” e ainda nas operações de resgate em Moçambique, aquando do furacão Idai.

O CEMFA, no seu discurso, referiu ainda a “previsível reorganização do dispositivo em consequência das alterações decorrentes do projeto de desenvolvimento do aeroporto complementar de Lisboa e as suas implicações diretas nas operações e na atividade aérea em geral”.

Cumprimenta-se, pois, a Força Aérea até pelo relatório de atividades apresentado aos Cidadãos 

Joffre Justino

Imagem destaque : Lusa 

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