Home Cidadania O último Primeiro de Maio de Arménio Carlos como secretario geral da CGTP

O último Primeiro de Maio de Arménio Carlos como secretario geral da CGTP

por Joffre Justino

Não nos vamos preocupar com a idade do secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, e outros sete dirigentes prontos para uma justa reforma citando a Lusa.

Mas claro que cumprimentamos Arménio Carlos( com um abraco), Deolinda Machado, Ana Avoila, Carlos Trindade ( com um abraço amigo) , Augusto Praça, João Torres, Graciete Cruz e Fernando Jorge Fernandes pela militância em prol da Democracia política social e económica de anos.

E reconhecemos o direito a Arménio  Carlos de dizer, “Vai ser um Dia do Trabalhador especial, mas não diferente. Quando entrámos para o movimento sindical foi para deixar o nosso contributo para o bem dos trabalhadores. Estamos aqui para servir e não para nos servirmos”, como fez  à agência Lusa.

Mas para nós o importante é que Arménio Carlos procure passar a mensagem aos trabalhadores de que eles têm “o direito de exigir que se cumpram os seus direitos”.

“Ao contrário do que temos assistido nos últimos anos, com os trabalhadores a produzir riqueza, mas sem respeito relativamente à distribuição da mesma”, e relevamos precisamente a não distribuição da riqueza e que limita o mercado interno luso.

Para o sindicalista, o aumento dos salários em geral, e do salário mínimo em particular, “vai ser uma das reivindicações mais assumidas pela CGTP, neste 1.º de Maio”.

“Um dos elementos fundamentais para o futuro é o aumento geral dos salários, (…) pois o aumento do poder de compra das famílias torna-se fundamental para o desenvolvimento da sociedade e do próprio país”.

Mas Armenio Carlos nao esquece a revisão da legislação laboral e teima dizendo “Não nos resignaremos a uma legislação do trabalho que acentue as desigualdades e a pobreza laboral”, afirmou o líder da CGTP, criticando o Governo por não aproveitar a conjuntura política para melhorar as leis do trabalho.

Arménio Carlos irá ainda, em nome da CGTP, defender o combate à precariedade laboral e à desregulação dos horários de trabalho.

“É preciso regular os horários de trabalho, e nós vamos mais longe. Desde já [defendemos] que se comece a pensar na redução dos horários para as 35 horas semanais, sem qualquer redução salarial”, defendeu.

Joffre Justino

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