Home Opinião OS 100 ANOS DO LICEU SALVADOR CORREIA (Luanda/Angola)

OS 100 ANOS DO LICEU SALVADOR CORREIA (Luanda/Angola)

por EMonteiro Ferreira

M. Alves da Cunha, Luís Aguiar, Amaral Fernandes, Catatua, Serpa Neves, Steiger Garção, Saraiva Carvalho, Vinhas Novais (Jânio Quadros), Heliodoro Frescata, Torres (prof. Desenho), Lucas,«Sapatier», Ana Maria (canto coral), I.Martins, Estefânia Marques, Silva Loureiro, Lavradio, Sanhô, Monteiro Torres (profª inglês), Daniel Leite, Carlos Gonçalves, Quádrio, G. Pratas, Piriquita, Joaquina Freire, Pires,Adão, Mateus, Videira, Álvaro Galiano, Agostinho Neto, Fernando Santos e Castro, Maurício Almeida Gomes, irmãos Marinho Bastos, Marília Aguiar, M. Áurea Monteiro, Arménio Ferreira, Lídia Bastos,irmãos Cochat, Fernanda Frazão, Adolfo Rodrigues Maria, José Vieira da Graça, Mário António Oliveira,Ermelinda (Angeja), Fernando Amaro Monteiro, José Manuel Gonçalves, manos Anacoreta Correia, Carlos Pacheco, manos Martins dos Santos, manas Sarsfield Rodrigues, HelderFerreira Neto, José Eduardo dos Santos,Assunção dos Anjos, João Abel, irmãos Castro e Silva, Vasco Costa, Manuel da Costa, Jerónimo Belo, Eurico Neto, Cândido Costa, Mário Jorge Bastos, os irmãos Novais Pereira, Américo Carvalho, Simão António da Silva, Francisco Maia Loureiro, os manos Freitas e Silva, os manos Amorim, Luís Moniz Pereira, Rogério Pacheco, Carlos Moreira Vieira, Romero Júnior, Manuela Ferreira, Maria José Fonseca, Alexandre Rocha Vieira, Ruth Clington, Filomeno Ceita, Manuel Carvalho, José Fernandes Webba Júnior, Joana Campina Ferreira, Jaime Fernandes, os manos Dornellas, Dino Marques, manos Vieira Lopes, Fernando Motta Carneiro, manos Dias Valles, manos Pereira de Almeida, manos Baptista Borges, Margarida Rosa Rodrigues,Áurea Alípio, Fátima e Palmira Moura, manos Ogando, Olga Gonçalves, Alberto Correia Neto, Jaime Poulson Teixeira, Isaac Marques, Alcino Carvalho Borges, Edgar Ceita, Jorge PamiesTeixeira, irmãos Rosinha, Vasco Guimarães, Joffre e José C.Fernandes dos Santos, Raul Kockis Silva, Salema Amaral Fernandes, António Henrique Silva, Né Bragança, Carlos Eduardo Ferrão, Frederico CochatB.Sequeira, Órvil Russo, manos Bettencourt Faria, manos Justino,Ondina Vandeste, Kelso Camacho, Alda C. Nunes, José Manuel Mendes, João Ricardo M. Mendes Costa, Henriqueta Lopes, Eduarda Miranda, Carlos Ferreira, irmãos Bettencourt, Joaquim Boavida ouSandra Roque. 

Os nomes foram aparecendo à toa e podem originar mais que 100 histórias. Mas, de modo algum, se «encaixarão» na frieza da lei de Lavoisier, aceitando que «nada se perde, nada se cria, tudo se transforma». Neste caso, sou muito conservador. As mentalidades andam devagarinho face a transformações económicas, sociais e políticas. 

Ora o Liceu, ao se incorporar na vaga (cada vez mais considerada legítima) do «destruir para construir melhor» e no que chamaram a «nossa revolução» morreu (ou foi morto?) aos 56 anos. Idealismo era manter—lhe o nome e terem construído um Liceu Mutu—Ya—Kevela lá para os lados do Bailundo.

Mas a história em carne e osso do realismo recusou-o ou nem se lembrou disso. Como, entretanto,a lei do grande Lavoisier não conseguiu tirar-me a memória, ouimpôr—me, neste caso,transformação e realismo, há que dar força a um «Viva a malta do Liceu!».

Foto de destaque: LUSA

Eugénio Monteiro Ferreira. 23 de Fevereiro de 2019.    

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