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Viagens pela Ásia (1)

por Joffre Justino

Conhecido Macau o ano passado assim como a bela simpática e tropical Tailândia ( enfim a cidade Chiang MAI),  este ano decidi ir a Shanghai (com o apoio da minha filha e a sugestão minha, assim como a Taiwan).

Razões simples – tentar apanhar  o que no ar houver ainda  de dois momentos históricos da China moderna a Republicana ( desculpem mas até na China o sou, apesar de filho do Império português …)  e daí a ida à proletária Shanghai  ( não esquecendo o Bando dos 4) e ao recuo … para Taiwan  de um Republicano derrotado pelo Partido Comunista da China, um dos últimos resistentes, ainda que na linha Um País Dois Regimes dos movimentos comunistas internacionais.

E nada como deixar uma primeira impressão sobre esta enorme Shanghai – um portento logo à entrada no imenso aeroporto no controlo simpático firme mas delicado e com identificação das impressões digitais e tudo  na realidade como se nada fosse como se de mera formalidade fosse nestes tempos de terror fanático islâmico que já nos obrigou a descalçarmo nos  nos aeroportos e tudo ( a minha primeira vez num voo interno para Bragança as 8h da manhã deixou-me siderado pois vi uma senhora descalça sapatos na mão a ir para os controlos o que me deixou nos primeiros segundos a pensar que ainda não tinha acordado).

A seguir um táxi que se perdeu e não sabia uma de inglês e ( e não querem cuidar dos taxistas, não meus caros do governo luso, com mais respeito e acrescento mesmo carinho em  nome pelo menos do Turismo, pois que, por cá, por Shanghai isto muda e lá se vai uma cota de mercado luso), até uma residencial British Style viva desde 1990’as isto é desde ali à volta da queda do Muro de Berlim e à teimosa manutenção desta imperial e resistente potência comunista para deixar os capitalistas privatizadas sem jeito ( não o sou mas diverte este maldizer baixinho a par da ânsia pelos negócios por cá.

Arrumadas as malas saio e vou parar a um belo Garden nome do restaurante outra novidade em British style louças chinesas e da corte britânica à venda a par, em tons verdes e Madeira castanha a envolver-nos e  painel de flores pintado …

Verei depois onde anda a China proletária entre enormes vias rápidas muita água d verde à volta …e claro prédios que crescem desde a arquitetura dos anos 20 à dos  60 esta última proletária mas com tipicidade chinesa aos enormes edifícios NY style da modernidade em altura monumental rivalizando com as outras metrópoles do mundo capitalista privatista.

E claro, não o multiculturalismo falado pela  ONU, mas sim um massificado uniculturalismo, que vem dos inícios da abertura chinesa ao mundo, após a derrota do Bando dos 4  e que acompanha à massificação no estar, no vestir desta Globalização.

 

Joffre Justino

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