Home Cidadania O Estado só quer os nossos impostos? E nós o que queremos?

O Estado só quer os nossos impostos? E nós o que queremos?

por Antonio Sousa

A presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR-C), Ana Abrunhosa, informou até o PR de já terem sido remetidos ao Ministério Público 21 casos de falsificações para se tentar obter financiamentos para a reconstrução de casas na sequência dos incêndios de 2017 em Pedrógão

“…Eu disse que bastava um caso para ser preocupante… uma entidade que é Estado – a CCDR é Estado – viesse a chegar à conclusão de que devia ser investigado um número tão grande de casos”, disse preocupado o Presidente da República, aos jornalistas, numa iniciativa na faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa pois como sabemos os jornalistas hoje acham que vivemos em regime presidencialista e MRSousa é “o nosso paizinho” !

E continuou o PR “Vamos deixar funcionar a investigação e a justiça, mas para o Estado, ele próprio, tomar a iniciativa – não o fez certamente de ânimo leve – é porque tem uma dimensão maior do que aquela que todos pensavam”.

Os donativos em dinheiro rondam os 4,4 milhões de euros, a que se juntam 2,5 milhões de euros disponibilizados pelo Ministério da Solidariedade e da Segurança Social, apurou o relatório do Fundo Revita.

Foram entretanto concluídos os trabalhos de reconstrução de 160 das 261 casas de primeira habitação afetadas pelo que haverá razão Temer que surjam novas tentativas de meter a mão na bolsa dos outros pois se 21 são muitos quantos mais abusaram ?

Mas a questão central não tratada por puro temor eleitoralista ( no caso do PR selfiesta) é o que demonstra o não cumprimento da Lei de 2006 até aos incêndios de 2017 e a relutância mesmo em face dos incêndios em cumprir as regras de segurança de Pessoas e Bens em ambiente rural / florestal até hoje setembro de 2018!

Trata-se de um profundo desprezo ao Estado e um crescente ambiente egoista destruidor do sentimento de vizinhança bem característico em meio rural nos séculos passados

Urge pois iniciar um processo de reforço do sentimento no mínimo de Vizinhança onde não se rouba ao outro para não se ser roubado !

Antonio Sousa

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