Home Artes Uma Artesã, uma Mulher do Norte !

Uma Artesã, uma Mulher do Norte !

por Joffre Justino

Chama-se Felismina Silva é uma já conceituada artesã de Barcelos, e vai já bem além dos galos de Barcelos apesar de assinar Mina Gallos Silva tendo-nos dado a honra de a entrevistar de filmar algumas das suas peças em seu ambiente de trabalho e sobretudo de usufruirmos da sua animada boa disposição e conversa enquanto nos mostrava as suas peças em atelier que divide com o seu marido, entre Santos Antónios, Deolindas, galos etc… de mil cores feitios e estados de espírito, fazendo do seu artesanato a Festa que o Artesanato merece!

Hoje em conflito com um responsável do Centro de Emprego de Barcelos um sr Armando Santos responsável pela gestão no Centro dos Artesãos locais e também deste conflito mas mais acentuamos é mais  pela qualidade das suas peças no Facebook que nasce esta entrevista!

A entrevista e as peças fotografadas e filmadas mostram-nos uma senhora de Qualidade profissional e moral com quem dá prazer dialogar.

Disse-nos ela, relatando os maus tratos que sofreu vindos deste sr Armando Santos “Estive com ele 10 de Maio de manhã quando ele me maltratou e escrevi a reclamação no mesmo dia às 14h35 dita nas Páginas 40 a 43” que desenvolve o tema na entrevista que ouvirão, mas sem deixar de vor recordar um oficio assinado pelo mesmo sr Armando Santos de 12 de março de 2018 onde o mesmo sr convida esta nossa entrevistada a estar presente na Feira Internacional do Artesanato que iria decorrer de 23 de junho a 01 de julho de 2018.

“ Depois foi quando  ele pediu ao Domingos Pereira para me ligar logo que saí de lá qd acabei de escrever a reclamação e passado 5 minutos ja estava o Domingos a pedir encarecidamente para eu ir retirar a queixa que tinha que ser retirada no mesmo dia e que escrevi e eu disse que não retirava, ele insistiu montes de vezes eu não cedi, marcamos ir ao centro de emprego no dia 11 na sexta dia seguinte falar com o Armando Santos… Mas eu adormeci e quando acordei tinha mais de 40 chamadas do Domingos Pereira pelo que eu liguei a pedir desculpa que já ia para lá para o GABINETE de Domingos Pereira, ele respondeu é q o Armando Santos esteve 1h aqui à sua espera,..Eu respondi Dr Domingos nao ficamos nos de ir ao centro de emprego?, esse Sr não quer que nos vejam lá pois eu só falo com ele no gabinete do trabalho dele e não retiro nada agora deixe seguir. Responde o Domingos, ele acaba de sair tinha q estar às 11h em Esposende. E nunca mais houve conversas. Acabou assim até hoje.”

Mas a saga ao que parece “à centro de emprego de Barcelos”, ou talvez não, talvez somente envolvendo o sr Armando Santos tinha de continuar e conta-nos a nossa Mina Gallos Silva,

“ontem fui ao centro de emprego falar com a Drº Madalena Quintao novamente sobre a reclamação” e ela diz agora “q ouve um equivoco da parte dela q a queixa nao foi retirada e ja me responderam” eu disse “Drº eu não aceito q a DRº me diga uma coisa dessas “

diz ela “amanha recebe a nossa resposta” eu respondo “eu não quero uma resposta eu quero justiça”d iz ela “eu não posso responder a mais nada”

Entretanto terminada esta  entrevista questionámos por email  o Centro de Emprego por forma a acompanharmos adequadamente esta triste saga anti artesãos, mas até hoje não tivemos qualquer resposta, pelo que optámos por iniciar a segunda fase desta saga, publicando a entrevista para depois termos a sequência que venha através do Centro de Emprego de Barcelos sem antes vos deixar umas notas sobre a Lenda do galo de Barcelos,

A Lenda começa com  os habitantes de Barcelos alarmados com um crime, sem que se visse o como   descobrir o criminoso que o cometera e como é demasiadas vezes costume chegado um estranho  um galego a Barcelos rápido foi transformado em suspeito e as  autoridades se calhar até pressionadas pela vox populi resolveram prendê-lo, apesar dos seus juramentos de inocência, pois que estaria apenas de passagem numa  peregrinação a Santiago de Compostela, em cumprimento duma promessa situação bem antiga esta das promessas.. .

Condenado à forca, o homem insistiu em que ao menos   o levassem à presença do juiz que o condenara e tanta foi a insistência que acederam e levaram-no à residência do magistrado, que nesse momento se banqueteava com alguns amigos.

O galego junto do juiz  voltou a insistir  na sua inocência e, perante a incredulidade dos presentes, apontou para um galo assado que estava sobre a mesa e exclamou:

– “É tão certo eu estar inocente, como certo é esse galo cantar quando me enforcarem!”

O juiz  não conseguiu comer o galo e empurrou o prato para o lado mas  ignorou o apelo…dando ordem para que se cumprisse a pena

Azar ou sorte  quando o peregrino estava prestes a ser enforcado, corda já quase posta à volta do pescoço o galo assado ergueu-se na mesa e cantou  e aí o juiz assumindo o erro  correu para o local da forca e descobriu que felizmente  o galego se salvara graças a um nó mal feito pelo que o juiz deu ordem  imediata de soltura  e foi  mandado em paz.

Abençoado galo!

Joffre Justino

 

0 comentário
1

RECOMENDAMOS

Comente

* Ao utilizar este formulário, você concorda com o armazenamento e gestão de seus dados por este site.